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Ver Versão Completa : E morre mais um corrupto: ACM



Phack
20/07/2007, 14:35
Morre aos 79 anos o senador baiano Antônio Carlos Magalhães
O corpo de ACM será velado no Palácio da Aclamação, e o enterro vai ser realizado no cemitério Campo Santo, ambos em Salvador.
Da Redação

São Paulo - O senador Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA) morreu nesta sexta-feira, 19, em São Paulo, de acordo com anúncio de médicos do Incor, onde o político estava internado. ACM, 79, morreu "em decorrência de falência de múltiplos órgãos secundária à insuficiência cardíaca", disse a assessoria de imprensa do hospital.

O corpo de ACM será velado no Palácio da Aclamação, e o enterro vai ser realizado no cemitério Campo Santo, ambos em Salvador.

O ex-presidente do Senado Federal e, por conseqüência, ex-presidente do Congresso Nacional, havia sido internado no dia 13 de junho para tratar de problemas cardíacos e renais.

O senador já havia sido hospitalizado outras vezes neste ano, apresentando quadro de insuficiência cardíaca. Em março, ele esteve internado com quadro infeccioso decorrente de pneumonia e disfunção renal.

Apesar de enfrentar o ocaso em seus últimos momentos -seu grupo político, que manteve o poder por quase duas décadas na Bahia, foi derrotado nas eleições de outubro de 2006 -, Antonio Carlos Peixoto de Magalhães foi um dos mais influentes nomes do cenário político brasileiro nas últimas quatro décadas, e manteve-se como força atuante em governos dos mais variados matizes ideológicos, desde o regime militar instituído em 1964.

Nascido em 4 de setembro de 1927 e médico por formação, ACM pode ter seu ingresso na vida política atribuído à atuação como líder estudantil, primeiro no ginásio e depois na Universidade Federal da Bahia, onde foi presidente do Diretório Central de Estudantes.

Filiado à UDN (União Democrática Nacional), foi eleito deputado estadual em 1954 e por três vezes deputado federal, em 1958, 1962 e 1966. Em 1967, já ligado à Arena (Aliança Renovadora Nacional), partido de base do governo militar, assumiu a prefeitura de Salvador.

Em seguida, ACM exerceu o cargo de governador da Bahia em três oportunidades. Os dois primeiros mandatos, por indicação do regime militar, foram de 1971 a 1975 e de 1979 a 1983. O terceiro viria pela escolha popular, em eleições diretas, de 1991 a 1994.

Esteve ainda à frente da Eletrobras (Centrais Elétricas Brasileiras S.A), em 1975, nomeado pelo então presidente da República Ernesto Geisel, e do Ministério das Telecomunicações, durante o governo de José Sarney.

Em 1994, foi eleito para a primeira legislatura como senador pelo Estado da Bahia. Presidiu a Casa entre 1997 e 2001. Em 30 de junho de 2001, durante as investigações sobre sua conduta no episódio da quebra do sigilo do painel eletrônico do Senado, viu-se obrigado a renunciar ao mandato, em uma estratégia para manter os direitos políticos e retornar ao circuito nas eleições do ano seguinte.

O principal revés de ACM, no entanto, ocorreu em 21 de abril de 1998, com a morte de seu filho, o deputado federal Luís Eduardo de Magalhães, vítima de um infarto aos 43 anos.

ACM manteve-se ativo e teve seu campo de influência renovado com as eleições de 2002, quando foi eleito novamente ao Senado. Ele ainda contribuiu para a chegada do aliado Paulo Souto ao governo da Bahia, e de Antonio Carlos Magalhães Neto à Câmara Federal.

Em 2003, ACM esteve envolvido em novo escândalo. Dessa vez, foi acusado de utilizar a estrutura da Secretaria de Segurança Pública da Bahia para realizar escutas telefônicas ilegais contra seus desafetos políticos. Após a abertura de inquérito pela Polícia Federal e da denúncia oferecida pela Procuradoria Geral da República, o caso acabou arquivado pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Nas eleições de 2006, foi duplamente derrotado. Nacionalmente, seu candidato Geraldo Alckmin não conseguiu impedir a reeleição de Lula; regionalmente, ACM viu o aliado Paulo Souto perder um novo período à frente do governo estadual baiano, ainda no primeiro turno, para o petista Jaques Wagner.

Com sua morte, aos 79 anos, ACM será substituído pelo filho, Antonio Carlos Magalhães Júnior, que assume a vaga como suplente durante o restante do mandato no Senado, até 2011. As informações são da Folha Online.

http://www.portugaldigital.com.br/sis/noticia.kmf?noticia=6305429&canal=159

CardosoJoab
20/07/2007, 14:42
Valeu pela noticia Phack, menos um, falta alguns ainda.

X.NoOne.X
20/07/2007, 14:57
Sai ACM entra ACMJ , o que é pior ?

Phack
20/07/2007, 14:58
Sai ACM entra ACMJ , o que é pior ?

Estava pensando na mesma coisa, hehe

* RICARDON *
20/07/2007, 15:01
Tirando todos os defeitos e roubalheira ele era gente boa!!!!!!!!
Sobrava algo???

CardosoJoab
20/07/2007, 16:20
Tirando todos os defeitos e roubalheira ele era gente boa!!!!!!!!
Sobrava algo???em uma única palavra, não.

WhiteFish
20/07/2007, 16:30
Sai ACM e entra o PT. Siglas diferentes com resultados iguais.

Snake Eyes
20/07/2007, 18:27
Que vá com Deus, espero que esta corja de corruptos acabe logo, nosso país merece sossego!

Jc_1979
20/07/2007, 21:06
Antes ele do q eu!! SFA!!

Dr.Cactus
21/07/2007, 08:25
é agora é a hora da verdade pra ele!!!

CardosoJoab
24/07/2007, 23:43
Que vá com Deus, espero que esta corja de corruptos acabe logo, nosso país merece sossego!acho que vai demorar, é passado de pai para filho.

João_Canabrava
25/07/2007, 09:54
Coitado do diabo, vai ter que aturar mais um....

Snake Eyes
25/07/2007, 10:09
É capaz do ACM criar um novo inferno para fazer oposição ao pobre Diabo

Phack
25/07/2007, 22:08
Político no inferno é tudo gente boa.

Tmaus
31/07/2007, 15:35
bem para mim ele nao faz falta, mas a morte dele corresponde almento...
almento do bolso dos outros e - 1 para eles dividirem..