Página 136 de 146 PrimeiroPrimeiro ... 3686126129130131132133134135136137138139140141142143 ... ÚltimoÚltimo
Exibindo resultados 1.351 a 1.360 de 1456

Tópico: EconomicsCentral | Termômetro da economia brasileira (indicadores da atividade econômica)

  1. #1351
    Recursos Humanos de Belo Horizonte Avatar de RHBH
    Data de Registro
    Mar/2008
    Localização
    São Paulo
    Mensagens
    5.821
    Valeu/SFA
    Recebidos: 2.168/647
    Dados: 648/105
    @Bison

    O que acha?


    0 Not allowed! Not allowed!
    Última edição por S.Templar; em 21/08/2017 às 09:58.
    Corsair Carbide 500R / Seasonic M12II EVO 850W / ASRock Z97 Extreme6 / Intel Core i7 4790K / Corsair Hydro H60 / Corsair Vengeance Pro [4x8GB] / EVGA GTX 980 / SSD Samsung 970 PRO M.2 [1TB] / SSD WD Blue M.2 [1TB] / Samsung SpinPoint F3 [2x1TB - RAID 0] / Seagate Barracuda Compute [2x4TB - RAID 1] / WD Blue [500GB] / Creative Sound Blaster Z / Edifier C2 30W / Logitech G PRO Headset / Corsair Glaive Mice / Corsair K70 MK2 Keyboard / Corsair MM300 Mousepad / LG 34" Ultrawide 144Hz

  2. #1352
    Avatar de brender
    Data de Registro
    Abr/2013
    Localização
    São Paulo
    Mensagens
    2.602
    Valeu/SFA
    Recebidos: 1.010/49
    Dados: 441/30
    Na conta do FMI, dívida pública do Brasil já destoa entre emergentes

    Fonte: http://dinheiropublico.blogfolha.uol...mpaign=fbfolha

    Pelas contas do Fundo Monetário Internacional, a dívida pública brasileira já equivale a mais de 80% da renda nacional, um patamar que destoa entre os principais países emergentes.

    O governo adota outro critério de cálculo, pelo qual a dívida ainda está em 73% do PIB, não muito acima dos quase 70% registrados pela Índia, a segunda no ranking.

    Na lista das principais economias em desenvolvimento, só o Brasil apresenta uma trajetória explosiva de endividamento do governo, que não será interrompida antes de 2022.




    Nesse cenário, as diferenças de metodologia importam pouco: seja nas contas do FMI ou nas do governo, a situação brasileira não tem paralelo no mundo emergente.

    O Fundo inclui na dívida títulos do Tesouro Nacional que são negociados pelo Banco Central para regular a quantidade de dinheiro na economia; o governo, não.

    Mas o que interessa é a tendência, que é a mesma nos dois cálculos: expansão contínua, motivada pelo buraco nos orçamentos de União, Estados e municípios.

    Alguns argumentam que a dívida brasileira não é alta, se comparada às de países ricos como EUA e Japão -a tese era muito repetida no governo Dilma Rousseff.

    Tais países têm, isso sim, capacidade de endividamento maior. Com dispõem de boa reputação e moedas aceitas globalmente, conseguem tomar dinheiro emprestado com mais facilidade e a juros mais baixos.

    A dívida pública do Japão passa de 200% do PIB, mas o gasto com juros não chega a 1%. A despesa brasileira, hoje, beira os 7% do produto. É mais do que se aplica em educação no país.

    Os encargos financeiros do governo estão em queda, graças à queda das taxas do Banco Central. Ainda assim, o governo eles permanecem muito acima dos padrões internacionais.

    Para estancar já o escalada da dívida, seria necessário destinar ao pagamento de juros uma parcela expressiva da receita da União.

    A arrecadação, porém, é insuficiente até para cobrir gastos cotidianos -como pessoal, custeio administrativo e programas sociais- e as obras públicas. Isso significa que o governo tem deficit primário (sem contar a despesa financeira).

    O governo acaba de elevar para R$ 159 bilhões sua projeção para esse deficit neste ano (eram R$ 139 bilhões) e no próximo (antes, previa-se queda para R$ 129 bilhões).

    Só haverá superavit quando a receita crescer acima da inflação por anos consecutivos, o que, por sua vez, depende da retomada da economia. Como estão congelados em termos reais, em algum momento os gastos se tornarão inferiores à arrecadação.

    Nas novas contas oficiais, isso só acontecerá no início da próxima década, ou seja, no mandato do presidente a ser eleito no próximo ano.


    A queda da dívida pode demorar ainda mais, porque os primeiros saldos positivos do Tesouro tendem a ser modestos.

    Os cálculos pressupõem crescimento econômico de 2% no próximo ano, com ligeira melhora, para 2,6%, até 2020.
    Taxas mais favoráveis encurtariam o ajuste orçamentário; qualquer decepção com o PIB teria o efeito oposto.

    0 Not allowed! Not allowed!
    Processador: i5 6600k Skylake | Cooler: Cooler Master Hyper 212x | Placa mãe: ASRock Fatal1ty Z170 Gaming K6 | Memória: 2x Kingston HyperX Fury DDR4 8gb 2133mhz - HX421C14FB2/8 |Placa de vídeo: Gigabyte GTX 770 WindForce OC 2 GB | HD: Western Caviar Blue 1 TB - 7200 RPM - 64 mb - SATA III | Fonte: Corsair TX750w V2 | Gabinete: NZXT Source 530 Full Tower |
    Ventoinha: 9x Cooler Master SickleFlow X 120mm / 12cm - 2000 RPM | Mouse: Logitech G502 | Teclado: Logitech Deluxe Desktop PS2 | Microfone: Zalman Zm-Mic1


  3. #1353
    Avatar de Sr. Bison
    Data de Registro
    Abr/2006
    Localização
    Jacareí - SP
    Mensagens
    4.007
    Valeu/SFA
    Recebidos: 2.824/45
    Dados: 498/44
    Citação Mensagem Original de RHBH Ver Mensagem
    Esta resposta está oculta porque você está ignorando este membro. Exibir Citação
    @Bison

    O que acha?

    Isso é o que eu acho sobre o Fernando Ulrich :



    Só uma coisa supera a quantidade de bobagem que ele fala, a sessão dos comentário do Youtube, câncer puro.

    Exemplo da merda que ele fala: A-ON-DE não aceitam ouro, minha cidade tem 220k habitantes, conurbada com SJC com mais 600k mais Caçapava e região com outro 150k, não há UM, 1 local apenas que aceite BitCoin, eu disse 1, isso que estou falando do lugar mais tecnológico do BRASIL, aqui se faz foguete, avião, turbina, SATÉLITE, mas não aceita BitCoin. Só na minha cidade conheço 12 ourives, e dezenas de turcos e árabes que aceitam ouro, mais o povo que vai pro Paraguai e chineses e coreanos que tb aceitam. Até banco aceita !!

    Ouro continuará sendo um metal, BitCoin, é um algorítimo virtual, surreal, que existe numa cloud ou no seu HD e só. BitCoin serve para ES-PE-CU-LAR, você compra e vende, SÓ ! Quanto mais uma coisa é volúvel e flexível, mais fácil o governo pode colocar as mãos nisso sem você se quer saber, qtos BitCoins um banco pode comprar com $ gerado do nada ?? Como monitorar isso ??

    E para aqueles que falam que a BitCoin valorizou 115% desde 16 de julho pra cá, em virtude dos ataques cybernéticos, eu lembro que a PTR4 valorizou 400% no mesmo período no passado. Lembro que o dólar já chegou a valorizar 35% em 4 dias, com todo respeito, compre BitCoin para especular, só.

    Simplesmente não me sinto confortável em colocar 80% do meu patrimônio dentro da Matrix, não é da minha personalidade, eu até posso colocar 10% e tá bom, meu negócio sempre foi tentar imobilizar e gerar renda do imobilizado e não ficar especulando com sequências algorítmicas. Todos os amantes do BitCoins que conheço e vejo na internet são LOSERS, pobres e não entendem nada de economia, com uma coisa em comum, uma arrogância e empáfia típica dos milenials. Todos os podres de ricos que conheço são calmos, discretos, que não brincam em serviço, qdo não são perigosos se ameaçados, que investem em imóveis, gado, empresas, e logística, ou seja, o tradicional.

    Há uma coisa chamado leverage x risk/time , como posso, por exemplo, investir 3,5 milhões de reais em BitCoins ? Assim, na lata ? Aí, me estoura um EMP, ou vírus ou sei lá oq, o BitCoin desaparece, oq vai acontecer com o Bison ? Vai ser notícia no Notícias Populares: "Encontrado corpo na valeta: sem os pés" "Polícia investiga a morte de um homem, encontrado morto na valeta no bairro do Paraíso, com marcas de mordidas e em os pés. Família o deserdara na mesma semana, motivo: calote com moeda digital"

    1 Not allowed! Not allowed!
    Bison online lemas :

    Não peça nada que você não pode pegar.
    Aonde você vê crise eu vejo oportunidade.

  4. #1354
    Avatar de Sr. Bison
    Data de Registro
    Abr/2006
    Localização
    Jacareí - SP
    Mensagens
    4.007
    Valeu/SFA
    Recebidos: 2.824/45
    Dados: 498/44
    De acordo com a matéria a própria projeção do FMI é muito conservadora, ele tb já coloca a dívida pública de 2017 em 2016 rsrs (78%) de tão desacorçoado que os analistas daqui devem estar rs, mas acreditoque chegará nos 88% no final de 2018 ou começo de 2019, chegando nos 94% em 2020.

    PS: o Lula hoje, ao comentar a privatização da Eletrobrás, disse que o governo deveria tomar vergonha na cara e a saída é liberar mais crédito, ou seja, mais dívida ainda.

    http://www.jb.com.br/pais/noticias/2...a-no-nordeste/

    Como eu disse ao Boris, talvez a saída seja o Lula mesmo. Considero seriamente que o Lula seja a melhor opção às reformas, pois a quebra será mais rápida e as reformas terão que vir na marra.

    1 Not allowed! Not allowed!
    Bison online lemas :

    Não peça nada que você não pode pegar.
    Aonde você vê crise eu vejo oportunidade.

  5. #1355
    Avatar de brender
    Data de Registro
    Abr/2013
    Localização
    São Paulo
    Mensagens
    2.602
    Valeu/SFA
    Recebidos: 1.010/49
    Dados: 441/30
    Um terço do gasto do governo é coberto com dinheiro emprestado


    Fonte: http://dinheiropublico.blogfolha.uol...mpaign=fbfolha


    Um terço -33%- do gasto total do governo é coberto atualmente com dinheiro emprestado, ou seja, com aumento da dívida pública.


    No ínicio da década, em 2011, esse percentual era de apenas 8%. De lá para cá, aumentou a despesa e caiu a arrecadação de impostos e outras fontes de recursos.





    Em valores corrigidos, os desembolsos do governo com pessoal, custeio administrativo, programas sociais, investimentos e juros somaram R$ 1,66 trilhão no período de 12 meses encerrados em junho.


    A receita não financeira (impostos, contribuições sociais, royalties, concessões e outros), porém, ficou pouco abaixo de R$ 1,11 trilhão.


    A diferença entre os dois montantes, superior a R$ 550 bilhões, teve de ser buscada no mercado financeiro.


    Os dados mostram o aumento dramático do desequilíbrio orçamentário do governo -e apenas uma parte dele se deve a fatores conjunturais como a recessão e o aumento dos encargos com juros.


    Ainda que a economia se recupere e a arrecadação volte a um patamar de R$ 1,2 trilhão, os gastos não financeiros (excluídos juros) já estão próximos de R$ 1,3 trilhão.

    Em outras palavras, a receita continuará insuficiente até para as despesas cotidianas (salários, aposentadorias, benefícios assistenciais e trabalhistas, pagamentos a fornecedores) e as obras públicas.


    Isso aconteceria mesmo na hipótese extrema de o governo deixar de pagar os juros de sua dívida. Na verdade, se tal medida fosse adotada, o fluxo de empréstimos ao Tesouro Nacional cessaria, e um corte draconiano de programas teria de ser feito.


    Hoje, cerca de 14% do gasto não financeiro federal é coberto com dinheiro emprestado. Sem os recursos do mercado, cerca de R$ 180 bilhões em desembolsos dos últimos 12 meses não poderiam ter sido realizados.

    0 Not allowed! Not allowed!
    Processador: i5 6600k Skylake | Cooler: Cooler Master Hyper 212x | Placa mãe: ASRock Fatal1ty Z170 Gaming K6 | Memória: 2x Kingston HyperX Fury DDR4 8gb 2133mhz - HX421C14FB2/8 |Placa de vídeo: Gigabyte GTX 770 WindForce OC 2 GB | HD: Western Caviar Blue 1 TB - 7200 RPM - 64 mb - SATA III | Fonte: Corsair TX750w V2 | Gabinete: NZXT Source 530 Full Tower |
    Ventoinha: 9x Cooler Master SickleFlow X 120mm / 12cm - 2000 RPM | Mouse: Logitech G502 | Teclado: Logitech Deluxe Desktop PS2 | Microfone: Zalman Zm-Mic1


  6. #1356
    Avatar de Sr. Bison
    Data de Registro
    Abr/2006
    Localização
    Jacareí - SP
    Mensagens
    4.007
    Valeu/SFA
    Recebidos: 2.824/45
    Dados: 498/44
    Os gastos não são bem 33%, é mais, isso porque na própria admite-se que o custo da dívida não foi levado em conta (juros e bônus dos títulos). Como os juros irão aumentar se a economia crescer, não há como escapar da armadilha, se a economia cresce para crescer a arrecadação os juros sobem para conter a inflação, se os juros sobem o arrolamento da dívida tem um custo maior, então não há saída.

    É inevitável ... mentiroso e sonhador quem diz o contrário.

    1 Not allowed! Not allowed!
    Bison online lemas :

    Não peça nada que você não pode pegar.
    Aonde você vê crise eu vejo oportunidade.

  7. #1357
    Avatar de brender
    Data de Registro
    Abr/2013
    Localização
    São Paulo
    Mensagens
    2.602
    Valeu/SFA
    Recebidos: 1.010/49
    Dados: 441/30
    Essa reforma tributária parece mais um sonho distante do que uma realidade próxima.


    Projeto de reforma tributária propõe cobrança de impostos sobre a renda


    Fonte e vídeo da reportagem: http://g1.globo.com/jornal-nacional/...bre-renda.html


    Sistema tributário brasileiro concentra arrecadação sobre o consumo.
    Modelo atual é criticado por ser de custo alto para governo e empresas.


    A Câmara dos Deputados está discutindo uma proposta de reforma tributária em que a cobrança de impostos seria concentrada mais na renda do que no consumo.

    O sistema tributário brasileiro concentra a arrecadação sobre o consumo em vez da renda, um modelo que sobrecarrega os mais pobres e recebe críticas generalizadas por ser burocrático, confuso e de custo alto para governo e empresas.



    A proposta que está sendo discutida na Câmara unifica impostos e simplifica a legislação com um compromisso: não aumentar a carga tributária. O aumento sobre a renda e o patrimônio seria compensado por uma redução na carga tributária sobre o consumo.


    A cobrança dos impostos seria online, na hora em que se paga pela mercadoria. O dinheiro seria separado e enviado imediatamente para os cofres públicos, o que diminuiria a sonegação.



    Vários impostos seriam extintos, como ICMS, IPI, PIS, Pasep, Cofins, ISS e o Salário Família. No lugar deles, entraria o imposto sobre valor agregado, IVA, em dois modelos.
    Um IVA seletivo sobre combustíveis, energia elétrica, bebidas, aparelhos eletroeletrônicos e eletrodomésticos, veículos, supérfluos e telecomunicações. O outro IVA seria cobrado sobre os demais produtos de consumo, como roupas, calçados, móveis, utilidades domésticas.


    Remédios, alimentos, máquinas e equipamentos não pagariam o IVA. Seguindo a tendência mundial, os produtos de exportação também ficariam isentos de impostos. O imposto de renda passaria por uma total reformulação. Incorporaria a contribuição sobre o lucro líquido das empresas e teria um peso maior sobre os mais ricos.


    O governo federal, estados e municípios passariam a dividir impostos que hoje são exclusivos de um deles, o que sempre gerou disputas políticas. O relator da proposta diz que a reforma ajudará na retomada do crescimento do país.


    “Ao zerar os impostos de máquinas e equipamentos, ao zerar os impostos de comida, de remédio, zerar os impostos na exportação, porque ainda há resíduos, ao reordenar o sistema simplificado, um IVA, um seletivo e imposto de renda, cobrança eletrônica, as empresas vão ganhar musculatura. Vão ter um sistema simples, vão se livrar da guerra fiscal. Vai trazer vantagens competitivas para nossas empresas, que voltarão a empregar e o Brasil vai voltar a crescer”, disse o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), relator.
    O professor de economia da Universidade da Brasília Roberto Ellery diz que a reforma é fundamental, mas não pode aumentar a carga tributária.


    "Se vai aumentar imposto sobre a renda, que se faça a redução do imposto sobre o consumo, porque o risco é, no final do dia, só aumenta um lado, a gente acaba pagando mais de tudo e eu creio que não dá mais para ir por aí”, afirmou.

    1 Not allowed! Not allowed!
    Processador: i5 6600k Skylake | Cooler: Cooler Master Hyper 212x | Placa mãe: ASRock Fatal1ty Z170 Gaming K6 | Memória: 2x Kingston HyperX Fury DDR4 8gb 2133mhz - HX421C14FB2/8 |Placa de vídeo: Gigabyte GTX 770 WindForce OC 2 GB | HD: Western Caviar Blue 1 TB - 7200 RPM - 64 mb - SATA III | Fonte: Corsair TX750w V2 | Gabinete: NZXT Source 530 Full Tower |
    Ventoinha: 9x Cooler Master SickleFlow X 120mm / 12cm - 2000 RPM | Mouse: Logitech G502 | Teclado: Logitech Deluxe Desktop PS2 | Microfone: Zalman Zm-Mic1


  8. #1358
    Avatar de brender
    Data de Registro
    Abr/2013
    Localização
    São Paulo
    Mensagens
    2.602
    Valeu/SFA
    Recebidos: 1.010/49
    Dados: 441/30
    Governo quer fim de 'golden share'



    Perto de iniciar o processo de privatização da Eletrobras, o governo federal quer aproveitar a oportunidade para se desfazer também de suas "golden shares" - ações de classe especial que são retidas pela União e que lhe garantem, entre outras coisas, poder de veto para algumas decisões importantes nas empresas vendidas à iniciativa privada.

    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, encaminhou ao Tribunal de Contas da União (TCU) uma consulta para saber como se livrar das "golden shares" que o governo mantém no momento em empresas como Vale, Embraer e Instituto de Resseguros do Brasil (IRB). Meirelles também quer que a venda da Eletrobras, prevista para o primeiro semestre de 2018, ocorra sem as ações de classe especial, ao contrário do que vinha sendo dito.

    Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link http://www.valor.com.br/empresas/510...mpaign=materia.

    1 Not allowed! Not allowed!
    Processador: i5 6600k Skylake | Cooler: Cooler Master Hyper 212x | Placa mãe: ASRock Fatal1ty Z170 Gaming K6 | Memória: 2x Kingston HyperX Fury DDR4 8gb 2133mhz - HX421C14FB2/8 |Placa de vídeo: Gigabyte GTX 770 WindForce OC 2 GB | HD: Western Caviar Blue 1 TB - 7200 RPM - 64 mb - SATA III | Fonte: Corsair TX750w V2 | Gabinete: NZXT Source 530 Full Tower |
    Ventoinha: 9x Cooler Master SickleFlow X 120mm / 12cm - 2000 RPM | Mouse: Logitech G502 | Teclado: Logitech Deluxe Desktop PS2 | Microfone: Zalman Zm-Mic1


  9. #1359
    Avatar de Sr. Bison
    Data de Registro
    Abr/2006
    Localização
    Jacareí - SP
    Mensagens
    4.007
    Valeu/SFA
    Recebidos: 2.824/45
    Dados: 498/44
    Vende tudo !

    0 Not allowed! Not allowed!
    Bison online lemas :

    Não peça nada que você não pode pegar.
    Aonde você vê crise eu vejo oportunidade.

  10. #1360
    Avatar de brender
    Data de Registro
    Abr/2013
    Localização
    São Paulo
    Mensagens
    2.602
    Valeu/SFA
    Recebidos: 1.010/49
    Dados: 441/30
    Se a Venezuela der calote, a conta será dos contribuintes brasileiros

    Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas...mpaign=fbfolha



    Nos anos Lula e Dilma, o governo do PT reagia com indignação às críticas contra os bilionários empréstimos do BNDES para financiar obras na Venezuela, em Cuba, Angola e outros países.

    As autoridades diziam que a elite brasileira tinha complexo de vira-lata e preferia bajular os Estados Unidos e a Europa do que se unir aos demais países pobres.

    Com essa retórica inflamada, desviavam o debate e se esquivavam de discutir tecnicamente o risco de emprestar a países que têm um histórico de calotes.

    Não é à toa que boa parte das nações africanas e latino-americanas não tem acesso ao mercado de crédito internacional. Portanto, a prudência recomendava, pelo menos, cobrar juros altos e reforçar as garantias, mas não foi o que aconteceu.

    Reportagem publicada nesta Folha demonstrou que os técnicos do governo resistiram a aceitar as frágeis garantias oferecidas para a construção do porto de Mariel, mas a decisão política de apoiar o país dos irmãos Castro prevaleceu.

    Todas as brechas foram utilizadas para oferecer a Cuba o empréstimo mais vantajoso possível, com subsídio recorde e 25 anos para pagar. É factível imaginar que esse padrão tenha se repetido em outros financiamentos para obras de Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, que irrigavam ilegalmente os caixas de campanha do PT.

    Agora a fatura começou a chegar. Moçambique deu o primeiro calote no Brasil, deixando de pagar as parcelas de uma obra de US$ 125 milhões. O valor é pequeno, mas a situação ameaça ficar bem mais complicada se atingir Angola e Venezuela.

    A repórter Mariana Carneiro revelou que a Venezuela atrasou o pagamento de US$ 262 milhões (cerca de R$ 820 milhões) para fornecedores brasileiros.

    O governo enviou uma comitiva para tentar evitar o calote, já que os venezuelanos devem cerca R$ 15 bilhões ao Brasil.

    Se o default venezuelano se concretizar, o prejuízo vai cair no colo do contribuinte brasileiro, porque, no sistema de apoio à exportação, todo o risco recai sobre o Tesouro, que tem obrigação contratual de ressarcir o BNDES.

    Odebrecht e outras construtoras corruptoras podem até ter tido prejuízos por interrupção de projetos, mas já receberam faz tempo pelas obras que concluíram. Ou seja, a conta será minha, sua, nossa.

    Calote na África expõe riscos de projetos financiados pelo BNDES


    Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado...lo-bndes.shtml



    Um calote em Moçambique e uma difícil negociação em Angola mostram os riscos aos quais o Brasil ficou exposto com a estratégia de apoiar projetos de empreiteiras no exterior, que ganhou impulso no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    O governo de Moçambique não pagou duas parcelas do financiamento que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) deu para construção do aeroporto de Nacala, obra concluída pela Odebrecht em 2014.

    O prejuízo está em pouco mais de US$ 15 milhões, mas pode aumentar. O total do empréstimo concedido é de US$ 125 milhões. O BNDES não informou o saldo devedor.

    Como a operação teve aval do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), o Tesouro, que administra o fundo, foi acionado para ressarcir o BNDES, e o prejuízo sobrou para o contribuinte brasileiro.


    DESEMBOLSOS

    Financiamento do BNDES a projetos de construtoras brasileiras no exterior, em US$ bilhões



    Moçambique também atrasou pagamentos da barragem de Moamba-Major, obra da Andrade Gutierrez que recebeu US$ 320 milhões em financiamento do BNDES, mas a situação está regularizada.

    De acordo com atas de reuniões do Cofig, comitê interministerial que aprova financiamentos do BNDES, obtidas pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação, Moçambique avisou ao Brasil que não terá como pagar os empréstimos das duas obras durante pelo menos dois anos.

    O país africano enfrenta grave crise desde que Estados Unidos, Europa e outros suspenderam a ajuda financeira que ele recebia. Os credores descobriram que Moçambique escondeu do FMI (Fundo Monetário Internacional) uma dívida de US$ 1 bilhão.



    O governo brasileiro informou ao Clube de Paris sobre o calote moçambicano para receber o dinheiro de volta, mas isso não garante que o prejuízo será revertido logo.

    Só no ano passado o Brasil conseguiu renegociar dívidas das décadas de 1970 e 80 decorrentes de calotes no financiamento de obras de empreiteiras brasileiras na África.

    Moçambique e Angola não fizeram parte dessa renegociação, que resultou na prática no perdão de parte do passivo. Os países africanos são considerados de alto risco de crédito por causa da precária situação financeira.

    Lula deu grande estímulo a esses financiamentos, principalmente na África e na América Latina, beneficiando empreiteiras como Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, que depois foram atingidas pela Operação Lava Jato e confessaram ter pago propina a políticos.

    ANGOLA


    O BNDES negocia neste momento com o governo de Angola para tentar evitar outro calote. Os angolanos querem reduzir garantias associadas à obra da hidrelétrica de Lauca, alegando que o banco brasileiro cancelou a segunda fase do projeto, orçada em US$ 1,3 bilhão. A primeira fase, quase concluída, custou US$ 500 milhões.

    Se aceitar o pleito, o Brasil ficará mais vulnerável a perdas em caso de calote de Angola. Quando ocorre a inadimplência, o BNDES e o Tesouro Nacional resgatam as garantias para cobrir o prejuízo antes de declarar o calote.

    No ano passado, Angola parou de depositar garantias, descumprindo contrato com o BNDES, como a Folha revelou em fevereiro. Foi uma retaliação ao banco oficial, que interrompera os repasses para obras das empreiteiras investigadas pela Lava Jato.

    Sem novos depósitos, o dinheiro da garantia foi sendo consumido e Angola ficou perto de se tornar inadimplente com o Brasil há um mês. Isso só não ocorreu porque o país depositou US$ 150 milhões na última hora, garantindo pagamentos até setembro.

    O BNDES confirmou o não pagamento de Moçambique e informou que o ressarcimento ao banco, a ser feito pelo Tesouro, será feito em breve. Sobre Angola, o banco disse que o país não está inadimplente e que a negociação das garantias continua.

    Calotes na África

    MOÇAMBIQUE

    O governo do país não pagou as duas últimas parcelas de um financiamento do BNDES. A conta já soma US$ 15 milhões. O BNDES liberou US$ 125 milhões na obra do aeroporto de Nacala, construído pela Odebrecht e entregue em dezembro de 2014

    ANGOLA

    Em 2016, em retaliação ao BNDES por ter parado os desembolsos, país deixou de depositar garantias da usina de Lauca feita pela Odebrecht, descumprindo contrato com o Brasil. Para evitar o default, Angola depositou apenas US$ 150 mi em maio, o que estabiliza a situação até setembro

    - - - Atualizado - - -

    Se a Venezuela der calote, a conta será dos contribuintes brasileiros

    Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas...mpaign=fbfolha



    Nos anos Lula e Dilma, o governo do PT reagia com indignação às críticas contra os bilionários empréstimos do BNDES para financiar obras na Venezuela, em Cuba, Angola e outros países.

    As autoridades diziam que a elite brasileira tinha complexo de vira-lata e preferia bajular os Estados Unidos e a Europa do que se unir aos demais países pobres.

    Com essa retórica inflamada, desviavam o debate e se esquivavam de discutir tecnicamente o risco de emprestar a países que têm um histórico de calotes.

    Não é à toa que boa parte das nações africanas e latino-americanas não tem acesso ao mercado de crédito internacional. Portanto, a prudência recomendava, pelo menos, cobrar juros altos e reforçar as garantias, mas não foi o que aconteceu.

    Reportagem publicada nesta Folha demonstrou que os técnicos do governo resistiram a aceitar as frágeis garantias oferecidas para a construção do porto de Mariel, mas a decisão política de apoiar o país dos irmãos Castro prevaleceu.

    Todas as brechas foram utilizadas para oferecer a Cuba o empréstimo mais vantajoso possível, com subsídio recorde e 25 anos para pagar. É factível imaginar que esse padrão tenha se repetido em outros financiamentos para obras de Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, que irrigavam ilegalmente os caixas de campanha do PT.

    Agora a fatura começou a chegar. Moçambique deu o primeiro calote no Brasil, deixando de pagar as parcelas de uma obra de US$ 125 milhões. O valor é pequeno, mas a situação ameaça ficar bem mais complicada se atingir Angola e Venezuela.

    A repórter Mariana Carneiro revelou que a Venezuela atrasou o pagamento de US$ 262 milhões (cerca de R$ 820 milhões) para fornecedores brasileiros.

    O governo enviou uma comitiva para tentar evitar o calote, já que os venezuelanos devem cerca R$ 15 bilhões ao Brasil.

    Se o default venezuelano se concretizar, o prejuízo vai cair no colo do contribuinte brasileiro, porque, no sistema de apoio à exportação, todo o risco recai sobre o Tesouro, que tem obrigação contratual de ressarcir o BNDES.

    Odebrecht e outras construtoras corruptoras podem até ter tido prejuízos por interrupção de projetos, mas já receberam faz tempo pelas obras que concluíram. Ou seja, a conta será minha, sua, nossa.

    Calote na África expõe riscos de projetos financiados pelo BNDES


    Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado...lo-bndes.shtml



    Um calote em Moçambique e uma difícil negociação em Angola mostram os riscos aos quais o Brasil ficou exposto com a estratégia de apoiar projetos de empreiteiras no exterior, que ganhou impulso no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    O governo de Moçambique não pagou duas parcelas do financiamento que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) deu para construção do aeroporto de Nacala, obra concluída pela Odebrecht em 2014.

    O prejuízo está em pouco mais de US$ 15 milhões, mas pode aumentar. O total do empréstimo concedido é de US$ 125 milhões. O BNDES não informou o saldo devedor.

    Como a operação teve aval do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), o Tesouro, que administra o fundo, foi acionado para ressarcir o BNDES, e o prejuízo sobrou para o contribuinte brasileiro.


    DESEMBOLSOS

    Financiamento do BNDES a projetos de construtoras brasileiras no exterior, em US$ bilhões



    Moçambique também atrasou pagamentos da barragem de Moamba-Major, obra da Andrade Gutierrez que recebeu US$ 320 milhões em financiamento do BNDES, mas a situação está regularizada.

    De acordo com atas de reuniões do Cofig, comitê interministerial que aprova financiamentos do BNDES, obtidas pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação, Moçambique avisou ao Brasil que não terá como pagar os empréstimos das duas obras durante pelo menos dois anos.

    O país africano enfrenta grave crise desde que Estados Unidos, Europa e outros suspenderam a ajuda financeira que ele recebia. Os credores descobriram que Moçambique escondeu do FMI (Fundo Monetário Internacional) uma dívida de US$ 1 bilhão.



    O governo brasileiro informou ao Clube de Paris sobre o calote moçambicano para receber o dinheiro de volta, mas isso não garante que o prejuízo será revertido logo.

    Só no ano passado o Brasil conseguiu renegociar dívidas das décadas de 1970 e 80 decorrentes de calotes no financiamento de obras de empreiteiras brasileiras na África.

    Moçambique e Angola não fizeram parte dessa renegociação, que resultou na prática no perdão de parte do passivo. Os países africanos são considerados de alto risco de crédito por causa da precária situação financeira.

    Lula deu grande estímulo a esses financiamentos, principalmente na África e na América Latina, beneficiando empreiteiras como Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, que depois foram atingidas pela Operação Lava Jato e confessaram ter pago propina a políticos.

    ANGOLA


    O BNDES negocia neste momento com o governo de Angola para tentar evitar outro calote. Os angolanos querem reduzir garantias associadas à obra da hidrelétrica de Lauca, alegando que o banco brasileiro cancelou a segunda fase do projeto, orçada em US$ 1,3 bilhão. A primeira fase, quase concluída, custou US$ 500 milhões.

    Se aceitar o pleito, o Brasil ficará mais vulnerável a perdas em caso de calote de Angola. Quando ocorre a inadimplência, o BNDES e o Tesouro Nacional resgatam as garantias para cobrir o prejuízo antes de declarar o calote.

    No ano passado, Angola parou de depositar garantias, descumprindo contrato com o BNDES, como a Folha revelou em fevereiro. Foi uma retaliação ao banco oficial, que interrompera os repasses para obras das empreiteiras investigadas pela Lava Jato.

    Sem novos depósitos, o dinheiro da garantia foi sendo consumido e Angola ficou perto de se tornar inadimplente com o Brasil há um mês. Isso só não ocorreu porque o país depositou US$ 150 milhões na última hora, garantindo pagamentos até setembro.

    O BNDES confirmou o não pagamento de Moçambique e informou que o ressarcimento ao banco, a ser feito pelo Tesouro, será feito em breve. Sobre Angola, o banco disse que o país não está inadimplente e que a negociação das garantias continua.

    Calotes na África

    MOÇAMBIQUE

    O governo do país não pagou as duas últimas parcelas de um financiamento do BNDES. A conta já soma US$ 15 milhões. O BNDES liberou US$ 125 milhões na obra do aeroporto de Nacala, construído pela Odebrecht e entregue em dezembro de 2014

    ANGOLA

    Em 2016, em retaliação ao BNDES por ter parado os desembolsos, país deixou de depositar garantias da usina de Lauca feita pela Odebrecht, descumprindo contrato com o Brasil. Para evitar o default, Angola depositou apenas US$ 150 mi em maio, o que estabiliza a situação até setembro

    0 Not allowed! Not allowed!
    Processador: i5 6600k Skylake | Cooler: Cooler Master Hyper 212x | Placa mãe: ASRock Fatal1ty Z170 Gaming K6 | Memória: 2x Kingston HyperX Fury DDR4 8gb 2133mhz - HX421C14FB2/8 |Placa de vídeo: Gigabyte GTX 770 WindForce OC 2 GB | HD: Western Caviar Blue 1 TB - 7200 RPM - 64 mb - SATA III | Fonte: Corsair TX750w V2 | Gabinete: NZXT Source 530 Full Tower |
    Ventoinha: 9x Cooler Master SickleFlow X 120mm / 12cm - 2000 RPM | Mouse: Logitech G502 | Teclado: Logitech Deluxe Desktop PS2 | Microfone: Zalman Zm-Mic1


Informação do Tópico

Usuários Navegando pelo Tópico

Existe(m) atualmente 1 usuário(s) navegando pelo tópico. (0 membro(s) e 1 visitante(s))

Regras de Postagem

  • Você não pode postar novos tópicos
  • Você não pode responder mensagens
  • Você não pode postar anexos
  • Você não pode editar suas mensagens
  •  
  • Código BB está Funcionando
  • Smilies estão Funcionando
  • Código [IMG] está Funcionando
  • Código [VIDEO] está Funcionando
  • O código HTML está Desativado