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Tópico: EconomicsCentral | Termômetro da economia brasileira (indicadores da atividade econômica)

  1. #1431
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    De outro fórum

    https://www.skyscrapercity.com/showt...673&page=18139

    Com exceção de poucas reformas pontuais, o mundo nunca esteve tão endividado e próximo ao precipício financeiro quanto hoje.

    Dívida pública dos EUA em 2001: $ 6,9 trilhões (54% do PIB)
    Dívida pública dos EUA em 2018: $ 20 trilhões (107% do PIB)

    O mundo nunca esteve tão endividado, o sistema financeiro nunca esteve tão contaminado. Os governos somam mais de $ 60 trilhões em dívidas, você acha isso saudável e equilibrado?

    É crescimento inflado e bolha para todo o lado. Coitadas das próximas gerações que terão que pagar essa conta, assim como pagamos hoje as cagadas cometidas nos anos 70-80.

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  2. #1432
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    Essa dívida não é para ser paga, essa dívida é com o FED, que pode perdoar qdo bem entender, a dívida é contabilizada apenas para controlar a depreciação do dólar frente ao valor de inúmeros metais e commodities, basicamente uma forma de conter a queda dos EUA, pois o mundo muda seu portfólio de reservas e a parcela do dólar vem diminuindo cada vez mais nestes.

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    Bison online lemas :

    Não peça nada que você não pode pegar.
    Aonde você vê crise eu vejo oportunidade.

  3. #1433
    Avatar de brender
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    A realidade vai surgindo...

    Equipe de Bolsonaro estuda dez propostas para reforma da Previdência

    Fonte: https://economia.estadao.com.br/noti...ia,70002564626

    Preferência de Paulo Guedes, cotado para a Fazenda em eventual governo PSL, é por uma mudança radical, com o modelo de capitalização, mas economistas da campanha avaliam fazer uma reforma de transição antes, com ajustes nas regras atuais

    A equipe que assessora Jair Bolsonaro (PSL) tem à disposição dez propostas distintas de reforma da Previdência e divide-se hoje entre dois caminhos a seguir: apresentar, no início do ano, um novo pacote somente com alterações nas regras do sistema atual – como idade e tempo de contribuição – ou encaminhar já no início do eventual governo uma mudança mais profunda no sistema previdenciário, prevendo a adoção do sistema de capitalização.

    Seja qual for a alternativa escolhida, o economista Paulo Guedes e seu grupo próximo defendem encaminhar algo novo em vez de avançar com a proposta hoje em tramitação no Congresso, enviada pelo presidente Michel Temer. A avaliação é que o texto, que foi desidratado pelos parlamentares, trará impacto pequeno nas contas públicas.

    Paulo Guedes é apontado por Bolsonaro como seu eventual ministro da economia
    Guedes pensa em opção para ‘acalmar mercado’.

    Apontado por Bolsonaro como seu futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes é quem lidera as discussões. Ele já manifestou-se publicamente a favor da adoção do sistema de capitalização, no qual a aposentadoria de um trabalhador é resultado do que ele poupou individualmente ao longo da vida. Mas há debate no grupo se não valeria a pena apresentar inicialmente um ajuste no modelo atual para acalmar o mercado e “ganhar tempo”. Nesse cenário, a proposta de reforma mais profunda pretendida pelo grupo só seria enviada ao Congresso no ano seguinte.

    O assunto foi discutido em reunião nesta semana entre integrantes da equipe técnica de Bolsonaro, segundo apurou o Estado. A palavra final sobre qual caminho seguir caso Bolsonaro venças as eleições será tomada pelo candidato juntamente com Guedes e seus assessores políticos, em especial Onyx Lorenzoni, que assumirá a Casa Civil num governo PSL.

    Como mostrou o Estado, os deputados eleitos são mais favoráveis a discutir uma reforma da Previdência do que os atuais parlamentares, desde que a proposta seja distinta da enviada por Temer: 227 votariam a favor do endurecimento nas regras para se aposentar no Brasil – 44% do total. Em sua última versão, a reforma de Temer renderia economia de R$ 480 bilhões em uma década com a instituição de idades mínimas de aposentadoria e uma regra de transição com duração de 20 anos. O impacto era pouco mais da metade do que seria obtido com o texto original da proposta, que seria de R$ 800 bilhões.

    Modelagem

    Ainda estão em debate diversos aspectos da reforma pretendida pelo grupo, mas o objetivo é que ela tenha três eixos: o de assistência social, o de capitalização e o de repartição num formato ajustado – ou seja, com novos requisitos para acessar o benefício.
    O grupo capitaneado por Guedes ainda discute qual seria o período de transição e como seria estruturado o sistema de contas individuais.

    Os irmãos Abraham e Arthur Weintraub, que participam do grupo de Previdência de Bolsonaro, são autores de uma proposta para a migração ao sistema de capitalização. Outras sugestões de diferentes modelagens foram sendo encaminhas nas últimas semanas por especialistas na área de Previdência – algumas ainda serão detalhadas por seus autores, segundo integrantes da equipe do candidato do PSL.

    Entre elas, estão propostas de Fabio Giambiagi e Paulo Tafner. Tafner tem construído um modelo com apoio do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga. Ela prevê um sistema híbrido entre o modelo atual de repartição (em que as contribuições atuais bancam os benefícios de quem já é aposentado) e o de capitalização. A estimativa é de uma economia de R$ 1,3 trilhão em dez anos, disse Tafner em evento no Rio no início do mês.

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    Última edição por brender; em 28/10/2018 às 09:19.
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  4. #1434
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    A realidade vai surgindo...

    Equipe de Bolsonaro conta com receita ‘extra’ para fechar as contas em 2019

    https://economia.estadao.com.br/noti...19,70002568060

    Avaliação é de que reformas só darão alívio aos cofres públicos no segundo e terceiro anos de governo; por isso, time do candidato do PSL aposta em recursos incertos de leilões e concessões de infraestrutura para zerar o déficit público no ano que vem

    Para cumprir a promessa de zerar o déficit público já no ano que vem, o grupo capitaneado por Paulo Guedes, coordenador do programa econômico de Jair Bolsonaro (PSL), que lidera as pesquisas eleitorais, admite em conversas reservadas que precisará de receitas extraordinárias para reforçar o caixa do governo em 2019. Na mira do economista estão recursos a serem levantados com o megaleilão do pré-sal, com concessões de infraestrutura que já estejam bem encaminhadas pelo governo Temer e com leilão de faixas para a tecnologia 5G, por exemplo.

    De forma geral, na visão de Guedes, as reformas que vão permitir economia aos cofres públicos começarão a dar resultado em 2020, mas só se tornarão palpáveis a partir do terceiro ano de governo. Até lá, e em especial no ano que vem, essas “receitas não recorrentes” (recursos que entram no caixa de maneira extraordinária, como no caso de um leilão) serão decisivas, segundo relataram ao Estado integrantes do time bolsonarista e investidores com os quais Guedes se reuniu na campanha.

    Para 2019, a estimativa é que o déficit nas contas seja de até R$ 139 bilhões. Um ajuste desse tamanho somente pelo lado das despesas é visto como inviável por analistas, considerando as amarras do Orçamento. Pelo lado das receitas, Guedes sempre descartou criar novos impostos para cobrir esse rombo – o que, se implementado, elevaria as receitas correntes. O programa de Bolsonaro registrado no TSE fala, na verdade, em “gradativa redução” da carga tributária.

    Nos cálculos de Guedes, uma parcela dessa conta será coberta pelo fim de parte das desonerações tributárias. Seu time trabalha com cenário de reverter, num primeiro momento, um quinto da renúncia atual, o que renderia cerca de R$ 60 bilhões.

    Olhando para os gastos, no curto prazo, o grupo sabe que não conseguirá cortes expressivos na folha de pagamentos do governo federal. O plano é congelar o salário de servidores. Outras ações emergenciais, como bloquear repasses a áreas vistas como não essenciais, como Cultura, estão no horizonte, mas os técnicos entendem que são medidas com alcance limitado.

    Por isso, a chegada de receitas extraordinárias é crucial. A maior contribuição, espera Guedes, virá do megaleilão de pré-sal, em que são oferecidos os excedentes da chamada cessão onerosa. A estimativa é de arrecadação entre R$ 80 bilhões e R$ 100 bilhões. Concessões de exploração de novas áreas do pré-sal já previstas pela ANP serão mantidas e a ideia é colocar na rua, já nos primeiros cem dias do governo, um pacote de concessões de infraestrutura, contendo projetos já maduros e bem estudados pela equipe de Temer. O grupo está de olho ainda no leilão de faixas que serão usadas pelas operadoras de celular para lançamento do 5G no Brasil.

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  5. #1435
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    Reforma já

    Brasil 30.10.18 10:19

    Jair Bolsonaro tem de aprovar o quanto antes a reforma previdenciária.

    Os economistas consultados pelos jornais repetem mais ou menos a mesma coisa.

    https://politica.estadao.com.br/noti...ra,70002573223

    https://www1.folha.uol.com.br/mercad...onomista.shtml

    José Márcio Camargo:

    “O sinal de que vai ser aprovado precisa ser dado nos três primeiros meses, na pior das hipóteses (…). Se não fizer, todo o resto vai por água abaixo. Há um déficit primário de 2% do PIB e um déficit nominal de 6%, 7% do PIB. A dívida pública cresce rapidamente. E teto de gastos não se sustenta sem a reforma. Em 20 anos, 100% do Orçamento será usado para pagar aposentadorias. É insustentável.”

    Maílson da Nobrega:

    “Jair Bolsonaro terá de enfrentar três desafios importantíssimos neste início de governo. O primeiro é o risco de insolvência fiscal do Estado. Ele terá de conter o crescimento da dívida em relação ao PIB de maneira emergencial e, para isso, deverá aprovar a reforma da Previdência logo. Se em até seis meses a questão da Previdência não estiver colocada, prevejo uma reação muito ruim do mercado e dos investidores externos”.

    Raul Velloso:

    “Você tem um déficit muito grande, com um gasto obrigatório muito grande, e não há uma solução muito simples. É preciso ver o que vão anunciar. Eu acredito, e vendo sinais do próprio entorno do Bolsonaro e do Paulo Guedes, que eles não vão colocar muita carga no governo que está acabando para tentarem aprovar a reforma da Previdência no apagar das luzes.”

    Rubens Ricupero, ex-ministro do Meio Ambiente entre 1993 e 1994 e ex-ministro da Fazenda em 1991:

    “De modo geral, será equilibrar as contas públicas. Essa é a principal questão a ser enfrentada no primeiro ano de governo. O déficit já chega a 7,5% do PIB, e a dívida pública segue crescendo. Ele vai ter de dar prioridade às reformas, tanto a tributária, quanto da Previdência e também da política. Eu não saberia nem ao menos dizer qual a mais importante, apenas que são, as três, urgentes. O que me preocupa diante disso tudo é que não sabemos exatamente o que ele e sua equipe estão pensando. As ideias não são claras e não foram debatidas, de modo que a sensação que eu tenho é que estamos dando um passo no escuro. No geral, não estou otimista.”

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  6. #1436
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  7. #1437
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    Equipe de Bolsonaro quer privatizar Docas e extinguir Telebras

    https://www.valor.com.br/brasil/5960...ao-da-telebras

    O Valor listou algumas medidas previstas no roteiro traçado pela equipe de Jair Bolsonaro para alavancar investimentos em infraestrutura:

    – privatização gradual das Companhias Docas (empresas operadas pelo governo federal na administração dos portos do país);

    – troca do critério de menor tarifa de pedágio por maior valor de outorga nos leilões de rodovias federais;

    – novas ferrovias pelo regime de autorização;

    – universalização dos serviços de banda larga em um prazo de quatro anos (até 2022);

    – extinção da Telebrás (“a única dúvida é como ficaria o satélite geoestacionário de defesa e comunicação estratégica, hoje sob controle da estatal, que precisaria migrar para outra estrutura”);

    – e isenção de impostos para a compra de debêntures de infraestrutura também por pessoas jurídicas.

    “Com papel preponderante do setor privado, Bolsonaro pretende elevar os investimentos em infraestrutura para R$ 180 bilhões em 2019 e chegar à marca de R$ 250 bilhões em 2022, quando termina o mandato presidencial. Para ter uma ideia do salto que isso representa, os desembolsos totais em transportes, energia elétrica, saneamento, mobilidade urbana e telecomunicações ficaram em R$ 110 bilhões no ano passado.”

    3) Telecomunicações: a prioridade é universalizar a oferta de banda larga até 2022. Para isso, será preciso mudar o regime contratual das operadoras de telefonia fixa de concessão para autorização. Isso poderia ocorrer com a aprovação de um projeto de lei que tramita há anos no Congresso. As teles passariam a operar como serviço privado, com regula

    O projeto também permite às operadoras incorporar aos seus ativos os bens que ficaram com elas no momento da privatização, como imóveis e redes de telefonia, e precisariam ser devolvidos à União ao final dos contratos de concessão. Em troca, as empresas serão obrigadas a investir valor equivalente na oferta de banda larga, com velocidade mínima de 10 Mbps. Sem isso, no ritmo atual, a universalização levaria 20 anos.

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  8. #1438
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