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Tópico: [Jogo] The Division

  1. #1
    Fight Club Founder Avatar de Malkav
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    [Jogo] The Division

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    Bom, maratonei a parada no FDS, terminei a campanha, cheguei no 30, causei na DZ e até arrisquei umas Challenge(Desafiante), então, vamos as impressões.



    O JOGO

    Eu estava preocupado pós beta com o PvE, todos os fóruns que eu via falavam mal, que não ia ter variedade, etc, graças aos deus dos gamers, eles estavam errados, a história É interessante, bem interessante, eu fiquei avido por saber cada vez mais, conforme você progride e vai descobrindo mais detalhes da trama, mais figuras chaves vão aparecendo e tudo começa a se encaixar fica cada vez mais sensacional, os áudios de celulares, ECOs, relatórios de situação que você encontra no mapa aberto contribuem bastante completando as lacunas de forma magistral, especialmente com o grande vilão da parada, todos os áudios e ECOs que encontrei dele me deixam querendo mais, parabéns Ubisoft, eu bato palmas para você pela história, pelo cuidado e pelo zelo com os personagens, eles finalmente tem vida.

    Vida, isso sim é um ponto positivíssimo! Os personagens tem vida, principalmente na base conforme você começa a melhorar cada vez mais a base, mais pessoas aparecem lá e vão dando uma vida nova pro ambiente, a base começa simples e chega a níveis de ter dormitórios para as pessoas poderem descansar, o setor médico recebe seus pacientes, a fila aumenta e diminui conforme o tempo, o setor de segurança sempre tem gente trabalhando e o setor tecnológico te dá uma bela visão dos fundos da base com as pessoas trabalhando para fornecer água, energia e calor para os habitantes do local. Mesmo os NPCs dos postos avançados estão bem feitos, eles tem personalidades próprias, alguns são tão bem feitos que fico até triste de ter terminado as missões da região por não ouvir os comentários sarcásticos de um deles ou a baboseira zen de outro.

    Enfim, história bem amarrada, colecionáveis que complementam a história, e um trabalho excepcional com os dados de inteligência que você recebe, potencial para muito mais e espero que a Ubi continue caprichando nesse quesito.



    AS MISSÕES

    O jogo está mais difícil que no beta e a prova disso é que depois do nível 20, se você tentar fazer as missões do seu nível sem um time, a chance de você falhar é grande, não vou entrar em muitos detalhes nisso pois acabaria revelando partes importantes da trama.

    Sim, as missões se resumem a matar inimigos, mas, tem algum objetivo, mesmo que irrelevante em alguns casos e não apresente consequência direta no jogo (o que é uma pena), elas são dinâmicas e em sua maioria, nem um pouco fáceis, mas fazer em grupo facilita consideravelmente, tão consideravelmente que quando fui realizar as duas últimas missões do jogo, eu estava no nível delas (27 e 28) e o resto do grupo que acabei arranjando no matchmaking estava 30 e os boss não deram nem pro gasto, isso não estragou o jogo poque qualquer erro meu já era, mas facilitou bastante algumas lutas, especialmente contra a líder dos Rikers, depois que zeraram o escudo dela, o que foi ridiculamente fácil, não deu pro gasto.

    Isso muda nas dificuldades maiores, no Difícil fechei outro grupo de nível 30 e fomos realizar as missões diárias, suamos, mas conseguimos completar as 3, confiantes resolvemos tentar a Desafiante e meu agente ainda está agachado chorando escondido em algum canto da base.

    Ah sim, importante, após a conclusão da última missão principal, aparece no mapa um novo marcador "Incursão", você seleciona ele e aparece escrito logo em seguida "Disponível em breve em uma atualização gratuita!", PORRA UBISOFT! Se não tá liberado porque colocou então!? É para deixar na vontade!? Realmente, o raio não cai duas vezes no mesmo lugar.

    O endgame atual se resume a realizar as Dailys e Challenge com o objetivo de juntar Phoenix Credits e comprar os melhores itens e blueprints e ir para a DZ, essa última ainda não tive experiência pós nível 20.

    As side missions são bem divertidas em alguns casos, em outros são um pé no saco e as únicas missões que realmente achei chatinhas de fazer depois de um tempo, e infelizmente, as mais necessárias, são os encounters (aqueles que você ganha recursos para melhorar a base), são bem repetitivos, e em sua maiorias, chatos, mas em compensação, são rápidos em sua maioria.



    A DARK ZONE

    O que eu mais gostei no Beta, não foi o que mais me prendeu no jogo, a DZ continua com sua sensação de tensão e adrenalina a mil, continua um lugar bem legal para explorar, os mobs são mais difíceis e dropam melhores loots que fora da DZ e não se pode confiar em ninguém, EM NINGUÉM MESMO! Fui para lá com uma equipe formada num dos outposts, passado certo tempo, um cara, erroneamente, comemorou no chat que tinha conseguido uma arma dourada, 2 de nós (eu incluso), demos os parabéns e rumamos para o extraction, o 3º gringo não falou nada mas bateu palmas com o personagem, chamamos o heli, faltando coisa de 20 segundos, o gringo que bateu palmas saiu da party fuzilou todo mundo, pegou todos os loots tacou no heli e vazou o mais rápido possível, foi tão rápido que não deu tempo de revidar.

    Resumo, se não for com amigos, não confie em ninguém, de preferência, nem vá!



    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    O jogo está bem feito, tive alguns bugs de áudio que não atrapalharam tanto, mas na última missão minhas skills simplesmente não funcionavam, deu uma atrapalhada mas não me impediu de jogar, a Dark Zone é uma terra de ninguém recheada de putos traidores e sonhos destruídos, a jogabilidade para os consoles está bem feita e mesmo não tendo os atalhos que temos nos teclados, é fácil acessar os itens de reforço durante o jogo, para quem tinha dúvidas, o jogo vale, se for jogar com amigos vale mais ainda, se não for, ainda vale, mas mantenha-se longe da DZ, sério.

    TL;DR: O jogo é bom e bem feito, a história é relevante, as missões são bacanas e a jogabilidade é boa, totalmente recomendado para jogar, sozinho ou com os amiguinhos.

    Nota: 9,8/10

    5 Not allowed! Not allowed!
    Última edição por Malkav; em 14/03/2016 às 14:29. Razão: Correção de erros e formatação do texto para melhorar a leitura.

  2. #2
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    SCREENSHOTS & VIDEOS

    Spoiler de Screenshots:

    Tirei poucas SS, mas vou começar a pegar mais.

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    Nevasca realmente complica, especialmente quando seus inimigos USAM BRANCO!

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    Party Hard!

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    Eu sempre soube que a bebida mata.

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    Esse tipo de coisa é chocante, mesmo sendo em um jogo.

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    Outubro Vermelho

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    Spoiler de Vídeos:

    Vídeos ainda estou resgatando do console, mas caso queiram ver, segue os links para a página do xbox:
    https://account.xbox.com/en-us/gamec...9-5f12046dcb16

    https://account.xbox.com/en-us/gamec...6-e00e7fe465df

    https://account.xbox.com/en-us/gamec...9-5f12046dcb16

    1 Not allowed! Not allowed!
    Última edição por Malkav; em 21/03/2016 às 08:47.

  3. #3
    The All Seeing Eye Avatar de S.Templar
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    Tom Clancy’s The Division — Review

    Início » Computadores »
    Postado Por Dori Prata em 21 03 2016 em Computadores, Destaque, Games, Microsoft, Sony

    Em 2013 a Ubisoft aproveitou a E3 para revelar um novo jogo que estava produzindo e graças a um vídeo que mostrava uma belíssima versão digital da cidade de Nova York, muitas pessoas passaram a acompanhar o desenvolvimento do promissor Tom Clancy’s The Division.
    Vieram então os preocupantes adiamentos, alguns lançamentos complicados da editora neste meio tempo e as notícias de que a Ubisoft Reflections e a Red Storm Entertainment ajudariam a Ubisoft Massive a concluir a criação do jogo, fatos estes que começaram a minar a esperança de algumas pessoas. Mas depois de alguns problemas e bastante desconfiança, posso dizer que valeu a pena esperar pelo título que acaba de chegar ao PC, PlayStation 4 e Xbox One.

    Uma sexta-feira negra
    Passado todo em Manhattan, o jogo fala sobre uma epidemia de varíola que teve início durante uma Black Friday e que foi espalhada após alguém infectar notas de dólar com o vírus. Por ter se espalhada com extrema velocidade, o governo decide colocar a região em quarentena e a partir daí a situação se torna caótica.
    Com a queda da sociedade e as pessoas sofrendo com a falta de alimentos, o lugar rapidamente vê o surgimento de grupos que usarão todos os meios necessários para se fortalecer — leia-se aterrorizar, matar, roubar e saquear — e para tentar restaurar a ordem o governo americano convoca o Strategic Homeland Division, grupo formado por agentes que teriam uma duríssima missão pela frente.
    Após enviar a primeira onda da The Division e perder o contato com ela, uma nova leva de agentes é escolhida e é nesta que entramos, como alguém que deixa sua família em casa para entrar numa verdadeira zona de guerra, um local dominado por ex-detentos da penitenciária Rikers Island, por sujeitos que se intitularam Cremadores e que usam o fogo para queimar tudo que possa estar contaminado e os membros do Last Man Battalion, um grupo paramilitar que foi deixado para trás pelo governo.
    Por se tratar de um jogo com uma ambientação realista, é muito legal ver o clima desesperador que ronda a cidade, nos dando uma ideia de como seria estar numa situação semelhante e conforme encontramos arquivos espalhados pelo cenário e realizamos as missões principais, ao poucos o enredo se tornar cada vez mais complexo.

    Mate, saqueie, repita
    Contudo, um dos principais problema do Tom Clancy’s The Division está justamente em abordar uma ambientação mais realista. Isso porque durante todo o jogo só enfrentaremos inimigos humanos e infelizmente a variedade deles é bem pequena. Por se tratar de um título em que passaremos dezenas de horas o explorando, encarar sempre os mesmos tipos de ameaças se torna cansativo e a inteligência artificial deles também não ajuda a melhorar este cenário.
    E por falar em repetição, assim como acontece em MMOs ou jogos como os da série Diablo, aqui o que mais faremos é enfrentar inimigos com o simples objetivo de recolher os itens que eles largarão e apesar das missões principais oferecerem uma boa variedade, todo o resto sofre com a falta de originalidade.
    O engraçado é que é exatamente essa busca por itens mais poderosos o que mais nos prenderá na criação da Ubisoft e pesa a seu favor as batalhas que exigem um bom nível de estratégia e que se tornam ainda mais interessantes quando encaradas com a ajuda de outras pessoas.
    Um mundo persistente, mas não massivo
    Um equívoco que muitos podem cometer ao pensar no Tom Clancy’s The Division é de que ele se trata de uma MMO e embora vejamos outras pessoas enquanto jogamos, não dá para considerá-lo um título massivo. O primeiro indício disso está nas ruas da cidade, onde só encontraremos outros jogadores caso eles estejam no nosso grupo e aqui vale notar que apenas três deles poderão se juntar a nossa partida.
    Os encontros com outros jogadores se dará apenas nas salas seguras, onde poderemos trocar mensagens e encontrar pessoas para jogar conosco, além das missões principais, onde poderemos abrir o jogo para que nos ajudem e ao contrário do que muitos imaginam, encarar a campanha principal sozinho é plenamente possível, embora as últimas missões sejam bem difíceis se encaradas sem a companhia de outras pessoas.

    Às cegas na zona esquecida
    Porém, existe ainda mais uma maneira de se deparar com outras pessoas e ela atende pelo nome de Zona Cega (Dark Zone). Marcada no mapa em vermelho, essa área é provavelmente o ponto alto do jogo, já que ao entrar lá precisaremos esquecer grande parte do que aprendemos na campanha principal.
    Por se tratar de uma terra de ninguém onde o governo simplesmente a cercou e a abandonou, lá os confrontos contra outros jogadores estará liberando e por isso viveremos num constante estado de alerta, já que nunca sabemos se aquele sujeito nos ajudará ou nos matará.
    No entanto, atacar um jogador é algo pouco recomendado, afinal isso colocará um enorme alvo em nossas costas e provavelmente não demorará até que outros jogadores estejam no nosso encalço, mesmo porque a recompensa para matar um traidor é maior.
    Aliás, a Zona Cega é um lugar tão diferente que tanto a moeda quanto a experiência ganha por lá são diferentes do que temos no modo normal, o que nos leva a outra ideia brilhante implantada pelos responsáveis pelo Tom Clancy’s The Division, a coleta e extrações de itens nesta região.
    Como tudo o que for ganho ali estará contaminado, não poderemos apenas levar os itens para o lado de fora e por isso o jogador terá que chamar um helicóptero que fará a extração e descontaminação do que encontramos. O problema é que ele só aparecerá em determinadas áreas e ao pedirmos seu auxílio todos os inimigos e jogadores da região serão alertados, o que poderá transformar o lugar num verdadeiro caos.
    Para piorar, na Zona Cega só podermos levar conosco um pequeno número de itens e se formos abatidos, parte deles ficará no local em que morremos, o que nos fará correr até lá para tentar recuperar o que tínhamos, mas sabendo que eles poderão ser roubados por outras pessoas. Resumindo, ao entrar naquela região a tensão atingirá níveis absurdos.
    Um futuro bastante promissor
    Mesmo sofrendo um pouco com a falta de variedade e com ocasionais problemas de lag devido à conexão, a Ubisoft definitivamente está com uma bela franquia nas mãos, tendo conseguido introduzir algumas ideias interessantes e principalmente, por ter feito com sucesso um ótimo jogo tiro que utiliza muito bem elementos típicos dos MMOs ou de jogos como o Diablo.
    Além disso, o game poderá se tornar ainda melhor com o passar do tempo, quando certamente receberá conteúdos adicionais por download que expandirão ainda mais o seu mapa, trarão mais armas para serem coletadas e quem sabe, adicionarão novos tipos de inimigos. Além disso, não duvido que novos capítulos nos levem à outras cidades, fazendo com que assim a série se estenda por muitos e muitos anos.
    Mas enquanto isso não acontece, a boa história, a jogabilidade sólida, os ótimos gráficos e a brilhante recriação de Nova York já são suficiente para fazer com que o Tom Clancy’s The Divisionpossa ser considerado um dos melhores jogos do ano.




    1 Not allowed! Not allowed!
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