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Tópico: [Kaiserreich] There'll Always Be An England

  1. #21
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    Capítulo 02

    Capítulo 02 – A Tempestade se aproxima



    Após o discurso do Rei Edward as reações por todo o país foram diversas, alguns canadenses argumentavam que seriam arrastados para uma guerra que não lhes pertencia. Outros, porém, britânicos e canadenses entendiam o perigo que havia surgido sobre o mundo e que a praga do sindicalismo e qualquer vertente sua deveria ser eliminada o mais rápido possível, e que retomar a Grã Bretanha era uma excelente maneira de começar a fazer isso. O Império do mal precisava ser detido ou este se espalharia por toda a terra.


    O projeto de expansão industrial no território canadense seguia a todo o vapor, enquanto novas fábricas foram construídas, medidas foram tomadas para melhorar a produção das já existentes, garantindo assim que o novo governo estava honrando seus objetivos propostos de elevar a posição do Canadá no cenário mundial.



    No dia 12 de março de 1936 uma triste notícia chegou para o povo canadense, o Almirante David Beatty, morreu com 65 anos. Um herói da primeira batalha de Jutland e membro da casa dos Lordes, suas opiniões sobre guerra naval ainda tinham um enorme peso nos tempos atuais. O almirante sempre havia criticado o atual chefe da marinha e argumentou várias vezes na casa dos lordes que ele deveria ser substituído por um almirante britânico. Como sua última vontade ele pediu que fosse feita esta mudança. Embora o atual almirante seja um homem competente, o Rei concordou prontamente em honrar a última vontade de Beatty’s, a marinha canadense seria agora liderada pelo Almirante Chatfield, um comandante experiente e um dos muitos que havia sido expulso de seu lar pelos sindicalistas. Quem melhor para combate-los?



    Recebemos notícia de um novo conflito na África subsaariana, Herman Göring, governador das colônias germânicas na África buscando trazer o controle total da região para o Kaiser conseguiu apoio do império para invadir as antigas colônias portuguesas de Moçambique e Angola. Nada podemos fazer contra tais atos belicosos, além disso, temos outras prioridades no momento. Edward se mostrou totalmente indiferente ao conflito. Talvez esta tenha sido sua melhor escolha.



    Edward ansioso para realizar o sonho de seu pai e finalmente expulsar os socialistas de sua terra natal o mais breve possível, ordenou a integração total entre as forças armadas britânicas e canadenses. Atitude tomada um tanto quanto tarde, visto que a anos tais forças já agiam em conjunto, mas antes tarde do que nunca. Novas mudanças na estrutura de comando seriam anunciadas em breve.



    A primeira delas e uma das mais importantes seria quem teria o comando total das forças terrestres, decisão esta que deveria ser tomada com muito cuidado. Se o comando fosse dado a um canadense existia o risco de ele alienar os exilados. Mas de qualquer forma o futuro de todo o país e os interesses de ambos os lados deveriam ser levados em conta.


    Kenneth Stuart no primeiro tanque Valentine construído no Canadá


    Por fim em 29 de março foi apontado Kenneth Stuart como comandante das forças canadenses, um canadense, veterano da grande guerra e simpático aos interesses da Entente que sem dúvida iria guiar os exilados de volta para Londres.


    No início de Abril, uma carta chega as mãos do Rei. Um brilhante estrategista e um monarquista, John Frederick Charles "Boney" Fuller passou os últimos anos desenvolvendo várias novas doutrinas para as forças terrestres, doutrinas estas baseadas em velocidade, mecanização e uso de armas combinadas. Inspirado pelas experiências da guerra civil russa e do pequeno corpo de tanques britânicos no exército atual. Fuller concluiu suas proposições e pede para que sejam apresentadas a Stuart. Sem dúvida é algo inovador, mas que levará tempo para ser aprimorado. Edward, simpático a inovações no campo militar e entendendo que avanços estratégicos são necessários ao seu defasado exército concorda e apresenta as ideias ao marechal, que um pouco relutante as aceita e um programa de modernização e treinamento é iniciado.





    Finalmente ao início de Maio inicia se uma das primeiras grandes tarefas que o novo rei terá pela frente. O difícil propósito de fortalecer a indústria canadense, integrar as forças armadas e encontrar um lugar para as centenas de milhares de exilados britânicos que chegavam ao país foi um verdadeiro teste de força para o povo e o novo governo canadense. Mas a tempestade inicial foi superada. O Canadá é uma nação forte. Mas ainda precisa refinar esta força se quiser competir com as outras grandes nações. O primeiro ministro e o seu governo estão, portanto montando uma nova lei que irá abordar os diferentes interesses nacionais que o Canadá atualmente enfrenta. Essa nova lei será conhecida como Bill-7 e será um esforço bipartidário a fim de unir os interesses de todos aqueles que constituem o Canadá.


    Edward iniciando a sessão na Casa dos Lordes em 2 de Maio de 1936


    O projeto de lei inclui um programa de segurança nacional, ao qual em nome da estabilidade e da união do país, mais poderes seriam conferidos ao Rei Edward, colocando seus poderes em certa igualdade com os do primeiro ministro, a figura do Rei deixaria de ser um mero símbolo e teria poderes ativos na política do estado. A segunda questão referente ao futuro da indústria Canadense, foi decidido pela construção e expansão de novas indústrias construídas e expandidas com subsídios fornecidos pelo governo, mas seriam administradas por iniciativa privada, o exército seria profissional e voluntário, a fim dos soldados terem as melhores condições possíveis. A medida de conceder poderes diretos ao Rei, provocou revolta no partido progressista, culminando com a sua retirada do governo. Eles não nos farão muita falta de qualquer maneira, um empecilho a menos para os nossos projetos. No dia 23 de maio de 1936 o Bill C-7 foi aprovado na casa dos Lordes.



    Ao mesmo tempo em que tais eventos se desenrolam, recebemos a notícia que o primeiro congresso da terceira internacional socialista se inicia na velha França, reunindo representantes do socialismo/sindicalismo de todo o mundo e abordando os mais diversos temas a fim de proteger e espalhar sua ideologia podre pelo mundo.



    Além deste congresso, chegam informações que bem próximos de todos está havendo uma grande agitação sindicalista nos Estados Unidos da América. Os efeitos da crise de 1929 lançaram o país em um enorme clima de instabilidade política e econômica, e claro os sindicalistas não poderiam perder essa chance. Um homem chamado Jack Reed líder de um grupo político chamado Combined Syndicates of America, formado por várias uniões de trabalhadores e socialistas em geral, é um dos candidatos a presidência em 1936. Supostamente luta pelos direitos dos trabalhadores. Mas nós sabemos melhor do que ninguém o que há por trás de seus ideais, rumores recentes indicam que existem guerrilhas se organizando em território americano com objetivos ainda desconhecidos. Como se isso não fosse suficiente a União Britânica e o México de Pancho Villa, dão apoio a Reed e seu bando de arruaceiros que promovem greves e tentam desestabilizar ainda mais o país. No sul, os estados agrícolas, extremamente afetados pela grande depressão de 1929. Fundam um novo partido, O American First Union Party liderado por Huey Long um ex senador do estado da Louisiana que almeja alcançar a presidência do país e reconstruir a economia destruída pela crise. O clima nos estados do sul é de instabilidade e alguns chegam a falar de secessão como aconteceu cerca de 70 anos atrás.



    Da Esquerda para a direita: Huey Long do "American First", John "Jack" Reed dos "Combined Syndicates" e Charles Curtis, candidato do partido republicano. Os três maiores inimigos nas eleições de 1936

    O mundo sem dúvida está muito longe da paz, recebemos notícias de nossos aliados da França nacionalista que um novo governo estava sendo organizado. Talvez inspirados por sua história de vitórias e conquistas do passado, a monarquia foi restaurada e Napoleão IV agora governava os exilados franceses e proclamava um novo império. Sem dúvida são notícias interessantes e que pode significar o fortalecimento do nacionalismo francês, Louis Napoleão se mostrou um homem de grandes habilidades diplomáticas e militares e sem dúvida será um aliado de grande valor para a Entente.



    Com a tensão emergente nos estados unidos da américa, a região da Nova Inglaterra muito conservadora para apoiar ideais sindicalistas e muito moderada para o “American First”, e com uma população se sentindo isolada do restante do país, está sob a influência direta de Ottawa. Joseph Kennedy, representando a elite política e empresarial da região nos informou que caso o pior venha a acontecer para o governo em Washington, este tem se mostrado incapaz e desinteressado em defender a região, sendo assim a região da Nova Inglaterra permite que tropas canadenses ocupem seu território em caso de emergência nacional. Esperemos que não chegue a esse ponto.



    O primeiro ministro King, tendo observado o desenrolar dos fatos nos Estados Unidos chegou a conclusão que mais uma grande crise está a caminho. Ele sabe que as tensões provocadas pelo ato legislativo Bill-C7 e as preparações para enfrentar a União Britânica, tem exigido muito do governo. Mas ele sabe que algo deve ser feito, se um sindicalista vier a vencer as eleições presidenciais nos estados unidos será uma enorme ameaça a nossa segurança nacional, além disso o “American First” não é digno de confiança e totalmente imprevisível. Ele decide consultar o Rei sobre o que deve ser feito. Edward decide enviar uma carta para o comandante das forças armadas norte americanas e alertá-lo sobre o perigo iminente e o quão preocupante sãos os fatos.



    Douglas MacArthur, o homem a quem confiamos a proteção dos Estados Unidos

    Está feito, agora o futuro dos estados unidos está em jogo. A nação está dividida. Como medida preventiva, novas divisões de infantaria iniciam seu treinamento caso o pior venha a acontecer. Temos de estar preparados para tudo. A mobilização parcial é decretada.


    Recrutas Canadenses se deixam suas famílias em agosto de 1936

    2 Not allowed! Not allowed!
    Não Importa o que a imprensa diga, não importa o que os políticos ou as multidões digam. Não importa se o país inteiro disser que uma coisa errada está certa.

    Quando o povo, a imprensa ou o mundo inteiro disser para que você saia de onde está, o seu dever é fixar se diante do rio da verdade e dizer:
    NÃO, SAIAM VOCÊS.

  2. #22
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    Spoiler de Cap2:
    Capítulo 02 – A Tempestade se aproxima



    Após o discurso do Rei Edward as reações por todo o país foram diversas, alguns canadenses argumentavam que seriam arrastados para uma guerra que não lhes pertencia. Outros, porém, britânicos e canadenses entendiam o perigo que havia surgido sobre o mundo e que a praga do sindicalismo e qualquer vertente sua deveria ser eliminada o mais rápido possível, e que retomar a Grã Bretanha era uma excelente maneira de começar a fazer isso. O Império do mal precisava ser detido ou este se espalharia por toda a terra.


    O projeto de expansão industrial no território canadense seguia a todo o vapor, enquanto novas fábricas foram construídas, medidas foram tomadas para melhorar a produção das já existentes, garantindo assim que o novo governo estava honrando seus objetivos propostos de elevar a posição do Canadá no cenário mundial.



    No dia 12 de março de 1936 uma triste notícia chegou para o povo canadense, o Almirante David Beatty, morreu com 65 anos. Um herói da primeira batalha de Jutland e membro da casa dos Lordes, suas opiniões sobre guerra naval ainda tinham um enorme peso nos tempos atuais. O almirante sempre havia criticado o atual chefe da marinha e argumentou várias vezes na casa dos lordes que ele deveria ser substituído por um almirante britânico. Como sua última vontade ele pediu que fosse feita esta mudança. Embora o atual almirante seja um homem competente, o Rei concordou prontamente em honrar a última vontade de Beatty’s, a marinha canadense seria agora liderada pelo Almirante Chatfield, um comandante experiente e um dos muitos que havia sido expulso de seu lar pelos sindicalistas. Quem melhor para combate-los?



    Recebemos notícia de um novo conflito na África subsaariana, Herman Göring, governador das colônias germânicas na África buscando trazer o controle total da região para o Kaiser conseguiu apoio do império para invadir as antigas colônias portuguesas de Moçambique e Angola. Nada podemos fazer contra tais atos belicosos, além disso, temos outras prioridades no momento. Edward se mostrou totalmente indiferente ao conflito. Talvez esta tenha sido sua melhor escolha.



    Edward ansioso para realizar o sonho de seu pai e finalmente expulsar os socialistas de sua terra natal o mais breve possível, ordenou a integração total entre as forças armadas britânicas e canadenses. Atitude tomada um tanto quanto tarde, visto que a anos tais forças já agiam em conjunto, mas antes tarde do que nunca. Novas mudanças na estrutura de comando seriam anunciadas em breve.



    A primeira delas e uma das mais importantes seria quem teria o comando total das forças terrestres, decisão esta que deveria ser tomada com muito cuidado. Se o comando fosse dado a um canadense existia o risco de ele alienar os exilados. Mas de qualquer forma o futuro de todo o país e os interesses de ambos os lados deveriam ser levados em conta.


    Kenneth Stuart no primeiro tanque Valentine construído no Canadá


    Por fim em 29 de março foi apontado Kenneth Stuart como comandante das forças canadenses, um canadense, veterano da grande guerra e simpático aos interesses da Entente que sem dúvida iria guiar os exilados de volta para Londres.


    No início de Abril, uma carta chega as mãos do Rei. Um brilhante estrategista e um monarquista, John Frederick Charles "Boney" Fuller passou os últimos anos desenvolvendo várias novas doutrinas para as forças terrestres, doutrinas estas baseadas em velocidade, mecanização e uso de armas combinadas. Inspirado pelas experiências da guerra civil russa e do pequeno corpo de tanques britânicos no exército atual. Fuller concluiu suas proposições e pede para que sejam apresentadas a Stuart. Sem dúvida é algo inovador, mas que levará tempo para ser aprimorado. Edward, simpático a inovações no campo militar e entendendo que avanços estratégicos são necessários ao seu defasado exército concorda e apresenta as ideias ao marechal, que um pouco relutante as aceita e um programa de modernização e treinamento é iniciado.





    Finalmente ao início de Maio inicia se uma das primeiras grandes tarefas que o novo rei terá pela frente. O difícil propósito de fortalecer a indústria canadense, integrar as forças armadas e encontrar um lugar para as centenas de milhares de exilados britânicos que chegavam ao país foi um verdadeiro teste de força para o povo e o novo governo canadense. Mas a tempestade inicial foi superada. O Canadá é uma nação forte. Mas ainda precisa refinar esta força se quiser competir com as outras grandes nações. O primeiro ministro e o seu governo estão, portanto montando uma nova lei que irá abordar os diferentes interesses nacionais que o Canadá atualmente enfrenta. Essa nova lei será conhecida como Bill-7 e será um esforço bipartidário a fim de unir os interesses de todos aqueles que constituem o Canadá.


    Edward iniciando a sessão na Casa dos Lordes em 2 de Maio de 1936


    O projeto de lei inclui um programa de segurança nacional, ao qual em nome da estabilidade e da união do país, mais poderes seriam conferidos ao Rei Edward, colocando seus poderes em certa igualdade com os do primeiro ministro, a figura do Rei deixaria de ser um mero símbolo e teria poderes ativos na política do estado. A segunda questão referente ao futuro da indústria Canadense, foi decidido pela construção e expansão de novas indústrias construídas e expandidas com subsídios fornecidos pelo governo, mas seriam administradas por iniciativa privada, o exército seria profissional e voluntário, a fim dos soldados terem as melhores condições possíveis. A medida de conceder poderes diretos ao Rei, provocou revolta no partido progressista, culminando com a sua retirada do governo. Eles não nos farão muita falta de qualquer maneira, um empecilho a menos para os nossos projetos. No dia 23 de maio de 1936 o Bill C-7 foi aprovado na casa dos Lordes.



    Ao mesmo tempo em que tais eventos se desenrolam, recebemos a notícia que o primeiro congresso da terceira internacional socialista se inicia na velha França, reunindo representantes do socialismo/sindicalismo de todo o mundo e abordando os mais diversos temas a fim de proteger e espalhar sua ideologia podre pelo mundo.



    Além deste congresso, chegam informações que bem próximos de todos está havendo uma grande agitação sindicalista nos Estados Unidos da América. Os efeitos da crise de 1929 lançaram o país em um enorme clima de instabilidade política e econômica, e claro os sindicalistas não poderiam perder essa chance. Um homem chamado Jack Reed líder de um grupo político chamado Combined Syndicates of America, formado por várias uniões de trabalhadores e socialistas em geral, é um dos candidatos a presidência em 1936. Supostamente luta pelos direitos dos trabalhadores. Mas nós sabemos melhor do que ninguém o que há por trás de seus ideais, rumores recentes indicam que existem guerrilhas se organizando em território americano com objetivos ainda desconhecidos. Como se isso não fosse suficiente a União Britânica e o México de Pancho Villa, dão apoio a Reed e seu bando de arruaceiros que promovem greves e tentam desestabilizar ainda mais o país. No sul, os estados agrícolas, extremamente afetados pela grande depressão de 1929. Fundam um novo partido, O American First Union Party liderado por Huey Long um ex senador do estado da Louisiana que almeja alcançar a presidência do país e reconstruir a economia destruída pela crise. O clima nos estados do sul é de instabilidade e alguns chegam a falar de secessão como aconteceu cerca de 70 anos atrás.



    Da Esquerda para a direita: Huey Long do "American First", John "Jack" Reed dos "Combined Syndicates" e Charles Curtis, candidato do partido republicano. Os três maiores inimigos nas eleições de 1936

    O mundo sem dúvida está muito longe da paz, recebemos notícias de nossos aliados da França nacionalista que um novo governo estava sendo organizado. Talvez inspirados por sua história de vitórias e conquistas do passado, a monarquia foi restaurada e Napoleão IV agora governava os exilados franceses e proclamava um novo império. Sem dúvida são notícias interessantes e que pode significar o fortalecimento do nacionalismo francês, Louis Napoleão se mostrou um homem de grandes habilidades diplomáticas e militares e sem dúvida será um aliado de grande valor para a Entente.



    Com a tensão emergente nos estados unidos da américa, a região da Nova Inglaterra muito conservadora para apoiar ideais sindicalistas e muito moderada para o “American First”, e com uma população se sentindo isolada do restante do país, está sob a influência direta de Ottawa. Joseph Kennedy, representando a elite política e empresarial da região nos informou que caso o pior venha a acontecer para o governo em Washington, este tem se mostrado incapaz e desinteressado em defender a região, sendo assim a região da Nova Inglaterra permite que tropas canadenses ocupem seu território em caso de emergência nacional. Esperemos que não chegue a esse ponto.



    O primeiro ministro King, tendo observado o desenrolar dos fatos nos Estados Unidos chegou a conclusão que mais uma grande crise está a caminho. Ele sabe que as tensões provocadas pelo ato legislativo Bill-C7 e as preparações para enfrentar a União Britânica, tem exigido muito do governo. Mas ele sabe que algo deve ser feito, se um sindicalista vier a vencer as eleições presidenciais nos estados unidos será uma enorme ameaça a nossa segurança nacional, além disso o “American First” não é digno de confiança e totalmente imprevisível. Ele decide consultar o Rei sobre o que deve ser feito. Edward decide enviar uma carta para o comandante das forças armadas norte americanas e alertá-lo sobre o perigo iminente e o quão preocupante sãos os fatos.



    Douglas MacArthur, o homem a quem confiamos a proteção dos Estados Unidos

    Está feito, agora o futuro dos estados unidos está em jogo. A nação está dividida. Como medida preventiva, novas divisões de infantaria iniciam seu treinamento caso o pior venha a acontecer. Temos de estar preparados para tudo. A mobilização parcial é decretada.


    Recrutas Canadenses se deixam suas famílias em agosto de 1936
    Aeeeee Guerra a vista!Agora me explica como funfa essa mobilização parcial?
    E caso dê ruim na Murica, as tropas vão intervir ou apenas garantir que a praga vermelha não chegue no Império?

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  3. #23
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    Mobilização parcial aumenta seu manpower ao custo de dissent e preenche as reservas

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    Não Importa o que a imprensa diga, não importa o que os políticos ou as multidões digam. Não importa se o país inteiro disser que uma coisa errada está certa.

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  4. #24
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    Quero ver essa marinha Britânica na retomada da Main Land. Gostaria de saber também da situação da RAF.

    Quando vem o próximo cap Jord Fox???

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  5. #25
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    A RAF ta toda na mão da UoB. A RN está comigo. Mas os sindicalistas tem uma marinha forte também é a comuna da França faz frente a Royal navy

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  6. #26
    Avatar de Jord Fox
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    Capítulo 3

    Capitulo 03 - Uma Nação dividida



    Após a carta enviada ao General MacArthur, os militares dos EUA entraram em alerta, e em 7 de setembro de 1936, os militares tomam o controle do país a fim de garantir a segurança nacional contra tentativas dos sindicalistas de chegar ao poder. A lei marcial foi instituída e um governo militar provisório liderador por MacArthur toma o controle do país.



    Governo Militar organizado por MacArthur


    Tropas marcham em Washington após a tomada do poder

    Milhares de prisões foram feitas por todo o país, qualquer individuo potencialmente perigoso era procurado imediatamente pelas autoridades. O clima de instabilidade aumentou, e o efeito esperado de suprimir os sindicalistas não saiu exatamente como planejado. O radicalismo aumentou em várias regiões. E o estado da califórnia e outros estados da costa oeste declararam sua independência dos EUA no dia 5 de novembro de 1936. Um evento trágico para a União. Mas talvez não seja tão ruim para o Canadá e a Entente. Apesar de tudo eles não possuem vínculo com os socialistas e não parecem oferecer perigo para o Canadá e a entente, pelo contrário, sua ideologia é compatível com a nossa.




    Seguido do caos gerado pela secessão dos estados do pacífico, Huey Long, revoltado com a quebra da democracia e liberdade na união decretou a secessão dos estados
    do sul e deu início a segunda guerra civil contra o que ele dizia ser uma nação morta e conseguiu apoio do exército e do povo em praticamente todos os antigos estados confederados. O partido de extrema direita American First se tornou o Estado da União Americana, se auto declarando os Verdadeiros Estados Unidos da América e supostamente lutando pelos valores que fizeram a América grande e buscando fazer a América Grande de Novo. Metade do exército e várias milicias se uniram a sua causa.



    Huey Long decreta a secessão dos estados do Sul



    Aproveitando a bagunça gerada pela secessão de tantos estados, John "Jack" Reed que até onde se sabia havia fugido para o México (onde contava com o apoio de Pancho Villa) pouco depois dos militares tomarem o poder, ordenou que suas milícias saíssem das sombras e vários estados do norte se uniram a causa vermelha, ameaçando as principais cidades da costa leste, como New York e Washington e tomando o controle de grandes centros industriais como Detroit, Chicago.


    Mas que Bagunça infernal virou os EUA

    Como se não bastasse, os estados da costa leste, em uma ação totalmente oportunista e traiçoeira atacaram os EUA em 14 de novembro, comprometendo ainda mais o já enfraquecido estado da União.



    Sem dúvida as circunstâncias são críticas para o atual governo canadense, algo terá de ser feito. não se pode deixar que a praga do sindicalismo fique as nossas portas. No entanto ainda é muito cedo e o exército ainda não está pronto. Mas temos que agir agora. Kenneth Stuart apresenta ao Rei um plano de defesa, nomeado pelo alto comando como Operação Jenkinson, em homenagem a um dos comandantes da guerra de 1812. O plano consistiria de três etapas arriscadas, mas que se bem sucedidas garantiriam a segurança do Canadá contra as ameaças externas mais imediadas. O plano teria como primeiro passo aceitar o direito que nos foi concedido pelos cidadãos da Nova Inglaterra e ocupar as terras que a cerca de um século e meio atrás foram governadas por um monarca britânico.




    Tropas canadenses ocupam o território da nova inglaterra

    A segunda parte da operação consistiria da ocupação do Canal do Panamá, afim de assegurar que nenhum sindicalista tomaria o controle do canal e garantindo o nosso livre acesso ao pacífico.



    Forças especiais canadenses desembarcam no Panamá e ocupam o canal em 19 de Novembro.

    A terceira parte consistiria em tomar o controle do Alaska e seus vastos recursos, mais uma vez garantindo que nenhum inimigo adicional fizesse fronteira com o Canadá pelo oeste, além de nos garantir alguns recursos.


    Em 9 de novembro de 1936 a união cansada de tantos inimigos e sem mais opções assina um tratado de paz com os Estados do Pacífico. O Tratado de Sacramento garantiu o controle de cerca de 30% do território da união, um golpe duro para os Estados Unidos, mas agora poderiam concentrar suas forças restantes em acabar com os sulistas e socialistas.



    A situação é de impasse total, não há como prever quem será o vencedor desta guerra civil. A quarta parte da Operação Jenkinson era a mais drástica e Edward não tinha certeza se era a melhor decisão a ser tomada. Os próximos dias serão decisivos para o futuro não só da América, mas de todo o mundo.




    Rei Edward analisa os planos do Marechal Stuart
    Imagens Anexadas Imagens Anexadas  

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  7. #27
    Avatar de Lt. Rasczak
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    Que guerra civil, várias facções fatiando a américa.

    Quem se deu bem foi o Canadá que pegou aquelas áreas bem industrializadas no norte dos EUA haha.


    Eventos bem legais.

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  8. #28
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    CA-RA-LEO!
    Que reviravolta monstruosa, não esperava por isso.
    Quais são os planos do Rei para os territórios recém adquiridos? Vai rolar uma devolução caso os EUA volte a ser a nação que era? Ou vai rolar um "apenas pegando de volta o que pertence ao império"?

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  9. #29
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    Vai depender de como a guerra civil terminar

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  10. #30
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    Pergunta, o que MacArthur fez foi golpe? Kkkkkk

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