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Tpico: Boeing conversou com Embraer sobre possvel aquisio, diz Wall Street Journal

  1. #11
    Avatar de brender
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    E como fica So Jos dos Campos nessa histria ?

    EUA quer levar cadeia produtiva inteira da EMBRAER para solo americano

    http://www.defesanet.com.br/demb/not...olo-americano/



    Um grupo de empresrios do segmento aeronutico, que envolve inclusive empresas do setor espacial, tem procurado a cmara de comrcio dos Estados Unidos para saber das possibilidades de se transferirem para solo norte americano. Praticamente todas so ligadas a cadeia de fornecimento de peas e subsistemas da Embraer e pertencem ao polo aeroespacial de So Jos dos Campos. Isso havia sido estimulado alguns anos atrs, pelo ento secretrio de Estado John Kerr

    As tratativas esto adiantadas para algumas delas, que esto sendo selecionadas por meio de programas especiais de busca de investimentos estrangeiros para fortalecer a cadeia produtiva ligada direta e indiretamente Boeing, que adquiriu o controle da Embraer e de todos seus projetos civis.

    Os empresrios do setor pedem anonimato e discrio, pois tem sido uma das prioridades dos EUA depois das repercusses sobre o anncio da aquisio da Embraer e da criao da joint venture, que deve levar para Chicago (sede da BOEING), todos os projetos da ex-estatal brasileira, inclusive os futuros programas militares.

    “Os americanos j estiveram aqui no Parque Tecnolgico (de So Jos dos Campos) e formalizaram o convite para aderirmos ao programa de investimento nos EUA, mas na poca j se ouvia rumores sobre a migrao da Embraer que tinha acabado de comprar mais uma unidade por l. Mas agora uma realidade e nossa sobrevivncia depende disto, vamos tentar nos qualificar para seguirmos junto com nossa parceira para um mercado mais competitivo, mas tambm bem mais estvel”, observou o empresrio de lidera o grupo e que tem uma larga experincia no segmento aeronutico.

    Desde o governo de Barak Obama, o governo dos EUA busca atrair as empresas de tecnologia de ponta do Brasil com a promessa de ingressarem num mercado mundial, muito mais atrativo e com diversas opes de clientes, alm de ser fornecedores indiretos da Boeing. Isso tem estimulado no s o imaginrio do empresariado nacional, crescer num mercado estvel e receber em dlar, sem problemas alfandegrios e com inmeras burocracias para produzir.

    “No podemos ser hipcritas, estamos diante de uma oportunidade nica. Os EUA pede que levemos nossos engenheiros e os tcnicos mais capacitados, esto nos dando linhas de crditos especiais com juros baixssimos, toda infra estrutura para produzirmos e a facilidade de comprarmos maquinrios de ponta sem qualquer entrave.

    Infelizmente no d para pensarmos em continuar a viver nesta instabilidade existente aqui no Brasil. Inclusive esse um ponto que os americanos querem que levemos, essa capacidade de sobrevivncia no meio de tanta adversidade”.

    O grupo contempla cerca de 50 empresas de diversos portes e atuao dentro da cadeia produtiva da EMBRAER. A inteno conseguir fazer a migrao no menor prazo de tempo possvel e se tornar uma exportadora para a antiga estatal brasileira. Isso esvaziaria totalmente o parque industrial instalado no Brasil, o que facilitaria inclusive a migrao integral da Embraer para os EUA, mais propriamente Chicago, inclusive levando toda sua equipe de engenheiros de projetos e de manuteno.

    O impacto deste movimento no deve causar surpresa no governo brasileiro, pois a ex-presidente Dilma Rousseff foi uma das maiores apoiadoras da aproximao da BOEING e do parque aeroespacial brasileiro. Atualmente o ministro Raul Jungmann tem evitado tocar no assunto, apesar do grupo de empresrios ter confidenciado que ele tem conhecimento pessoal de todo esse processo de migrao industrial e intelectual.

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  2. #12
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    Seria legal se aproximar dos EUA novamente no comrcio e diplomacia global, pra variar, chineses...chineses... e mais chineses... A primeira regra sobre investimentos no diversificar sua carteira?

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  3. #13
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    Seria legal se aproximar dos EUA novamente no comrcio e diplomacia global, pra variar, chineses...chineses... e mais chineses... A primeira regra sobre investimentos no diversificar sua carteira?
    A primeira regra em investimentos : no perca dinheiro. E se algum introduzir na regra 1 algo do tipo: "tenha um plano", "no h regras" etc, no perder dinheiro se torna a regra zero rs.

    Desta forma referente ao tema a primeira regra na prtica para o Brasil vender na alta nos EUA, que encontra-se num plat flertando com um declnio, e comprar na baixa na China que continua subindo forte. Ou seja, China, China e China, visto que ela ser a prxima potncia mundial e j a maior economia mundial com um mercado "quase ilimitado".

    Os EUA no conseguem sequer arrumar Detroit e similares qto mais investir no Brasil, esto ocupados com um dficit primrio de 1.4 triilho de dlares, j a China, est comprando metade do Oriente Mdio, frica, at Hollywood, ou seja, est claro quem tem $ pra gastar com vc, est claro quem voc chama pra ser seu scio.

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    Bison online lemas :

    No pea nada que voc no pode pegar.
    Aonde voc v crise eu vejo oportunidade.

  4. #14
    Recursos Humanos de Belo Horizonte Avatar de RHBH
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    A primeira regra em investimentos : no perca dinheiro.
    Acho que isso resume tudo kkkkkkk na verdade sempre foi e ser assim.

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  5. #15
    Avatar de brender
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    Boeing e Embraer prontas para decolar



    As negociaes entre Embraer e Boeing esto no seguinte ponto: a Embraer aceita ficar com algo entre 10% e 20% da empresa que ser criada.

    Mas ainda exige um assento no conselho de administrao com direito a veto. A Boeing no topa.

    Quem acompanha de perto as conversas, no entanto, avalia que aos poucos todos os obstculos esto sendo superados.

    Fonte: https://blogs.oglobo.globo.com/lauro...a-decolar.html

    Anncio do acordo entre Embraer e Boeing est 'muito prximo'
    Grupo de trabalho do governo deu sinal verde para negcio




    O grupo de trabalho montado pelo governo para avaliar os termos da proposta da Boeing Embraer deu sinal verde para a venda da brasileira gigante americana. O anncio oficial do negcio est "muito prximo", disse uma fonte a par das negociaes, e deve ser feito em conjunto pelas empresas e governo federal.

    Nesta quinta-feira, o grupo, formado por membros dos ministrios da Fazenda, Defesa, da FAB e do BNDES, se encontrou em Braslia para realizar o que provavelmente foi a ltima reunio do grupo.

    — As arestas esto aparadas — afirmou.


    Est acertado que as reas da aviao executiva e a defesa ficaro fora da venda

    A diviso dos negcios deve ser de 80% americana e 20% para a Embraer, modelo mais palatvel ao governo. E est acertado que as reas da aviao executiva e a defesa da Embraer ficaro fora da venda. A Boeing comprar, portanto, a fatia de aviao comercial da brasileira — que fabrica avies de at 150 lugares (os E-Jets).

    — A primeira proposta era de fato invivel. No seguiria adiante. O termo alcanado nesta reunio bom para todos os lados — contou outra fonte.

    Manter a aviao executiva e a defesa juntas, em uma nica empresa, foi a forma encontrada para garantir receita e sustentabilidade defesa.

    — Sozinha, a defesa poderia morrer em 10 anos — avaliou Adalberto Febeliano, especialista em economia do transporte areo.

    A FAB desde o incio foi quem mais colocou empecilhos para o fechamento do negcio justamente por no aceitar a venda da Embraer Defesa.

    Boeing o principal atrativo da companhia brasileira era exatamente os E-Jets, construdos pela diviso de aviao comercial, para concorrer com os modelos C-Series da Airbus e Bombardier.

    — A Boeing no tem interesse estratgico em jatos executivos de propsito especfico. A Boeing, assim como a Embraer, est feliz em vender derivativos de aeronaves comerciais para o mercado VIP, mas nem a escala nem a tecnologia do negcio de jatos executivos detm qualquer atrao — explicou Stephen Trimble, da consultoria Flightglobal, com sede no Reino Unido.

    Procurada, a Embraer no quis comentar o assunto. At a publicao deste texto a Boeing no havia respondido reportagem.

    Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/an...oximo-22611074

    Boeing e Embraer esto prximas de acordo
    Negociaes esto avanadas e diviso na participao das companhias na nova empresa est definida; composio do conselho ainda entrave

    Como o Estado informou, um dos pontos que ainda esto em discusso a participao de um representante brasileiro no conselho de administrao da nova companhia. A Boeing contra. A reportagem apurou que se esse for um dos nicos pontos de entrave ao negcio, o governo pode ceder e ficar sem representantes no colegiado. H, porm, forte presso da rea de militares para que o governo no ceda nessa questo.

    Com Embraer, Boeing quer reforar atuao na aviao comercial de mdio porte

    Fbricas. De acordo com uma fonte com conhecimento das negociaes, as grandes questes entre governo, Embraer e Boeing j foram definidas e s esto na mesa agora pontos considerados menos importantes, como definir a situao das fbricas da brasileira que desenvolvem produtos tanto para a rea comercial como para a militar da Embraer.

    Embora as conversas estejam caminhando bem, o acordo no deve ser fechado e anunciado na prxima semana porque o ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, estar fora do Pas.

    O interesse da Boeing reforar, com a aquisio, sua atuao na aviao comercial de mdio porte, segmento no qual a Embraer figura entre as trs maiores fabricantes mundiais. O acordo, que envolve, por exemplo, a fabricao de avies de 150 lugares, est em negociao desde o ano passado, quando a Airbus surpreendeu o mercado global ao anunciar a compra de 50,1% do programa de jatos comerciais da Bombardier.

    Depois de concretizado o negcio com a Boeing, a marca Embraer usada nos jatos comerciais deixaria de existir, permanecendo apenas nas aeronaves produzidas pela Embraer Defesa, como KC 390 e o Tucano. A proposta de associao prev que Embraer Defesa detenha participao minoritria na receita da nova empresa, criada a partir da juno da Embraer com Boeing.

    Procurados, Embraer, Boeing e governo no comentam.

    Fonte: http://economia.estadao.com.br/notic...do,70002276186

    Fornecedores da Embraer miram mercado global de US$ 60 bilhes



    Empresas da cadeia de fornecedores da Embraer, cuja maioria est instalada em So Jos dos Campos, se unem em cluster e lanam manifesto apoiando acordo entre Embraer e Boeing para disputar mercado global de aviao


    O mundo o limite.

    Empresas fornecedoras da Embraer unem-se em um cluster aeronutico para disputar no mercado global.

    O movimento comea em So Jos dos Campos, cidade que sede da maioria das fornecedoras da fabricante, e mira a demanda que ser gerada aps o acordo entre Embraer e Boeing, negcio que o grupo apoia.

    As duas fabricantes, que anunciaram as conversas em torno de uma cooperao comercial em dezembro do ano passado, esto prximas de definir o modelo da parceria.

    Com isso, as empresas que participam da cadeia de fornecimento da Embraer, com mais de 70 companhias de diversos tamanhos, querem se unir para disputar no mercado global.

    A primeira reunio da 'Arena Colaborativa sobre Internacionalizao do Cluster Aeronutico', como chamado o movimento, ocorrru na ltima quinta-feira na sede do Ciesp (Centro das Indstrias do Estado de So Paulo) de So Jos.

    Participaram empresas, representantes da Secretaria de Inovao e Desenvolvimento Econmico, incluindo o secretrio Alberto Alves Marques Filho, a direo do Ciesp e o Instituto Invoz, grupo derivado do movimento 'So Jos 2030' que tem como presidente de honra Ozires Silva, um dos fundadores da Embraer.

    FUSO.


    Todos eles veem a fuso da Embraer com a Boeing como oportunidade de disputar um mercado mundial de fornecedores que movimenta US$ 60 bilhes por ano, com 40% feito na Amrica Norte, 40% na Europa e 20% na sia." um mercado para a gente entrar e participar. Se pegarmos 1% ou 2% podemos faturar acima de US$ 1 bilho", diz Cesar Augusto Teixeira, diretor do Ciesp de So Jos e dono da Akaer, fornecedora da Embraer.

    Movimento lana manifesto em apoio a negcio entre Embraer e Boeing


    As empresas da cadeia de fornecedores da Embraer lanam neste final de semana um manifesto em apoio ao acordo da brasileira com a norte-americana Boeing.

    Elas sabem que o momento de unir foras e de usar a reconhecida competncia tcnica do setor para atuar no mercado global de aviao.

    Em resumo, hora de mobilizar a cadeia para deixar a zona de conforto: "A nica forma de preservar empregos de alta qualidade estendendo para o mundo. A nica defesa competir. E temos essa competncia. O que falta essa mobilizao", diz Manoel de Oliveira, presidente Instituto Invoz.

    Para tanto, Cesar Augusto Teixeira, da Akaer e do Ciesp, cobra apoio do governo: "No falamos em proteo, mas de apoio institucional, suporte, estrutura. Tem de preservar a indstria nacional e a cadeia".

    Cadeia cobrar governo para impulsionar setor

    O cluster aeronutico da cadeia de fornecedores da Embraer defende a desburocratizao do setor, reduo de tributos e facilidades comerciais para ampliar a competitividade no mercado mundial.

    "O Mxico exporta mais do que Embraer, e o pas no fabrica avio. Foi uma poltica do governo mexicano de estabelecer e crescer a exportao", diz Manoel de Oliveira, presidente Instituto Invoz.

    Segundo ele, o governo precisa atuar para melhorar as regras do setor, tornando a cadeia mais competitiva l fora.

    "Que a gente possa exportar com contedo nacional de alta qualificao. Essa a razo principal pela qual a Boeing procurou a Embraer. V aqui capacidade de desenvolvimento tecnolgico que no v em outros pases. Precisamos aproveitar isso", afirma.

    Gerando cerca de 4.000 empregos diretos, a cadeia cobrar do governo federal apoio para deslanchar o setor internacionalmente.

    " importante entrar nesses outros mercados. De forma geral atuar no mundo. Temos que criar e avanar uma cultura de exportao, globalizao do nosso trabalho", diz Cesar Augusto Teixeira, da Akaer e do Ciesp de So Jos..

    Fonte: http://www.ovale.com.br/_conteudo/20...0-bilhoes.html

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    ltima edio por brender; em 22/04/2018 s 12:39.
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  6. #16
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    Essa novela vai demorar muito ainda...

    Embraer e Boeing anunciam acordo para criao de nova empresa de aviao comercial



    Fonte: https://www.aereo.jor.br/2018/07/05/...cao-comercial/

    O acordo no-vinculante prope a formao de uma joint venture que contempla os negcios e servios de aviao comercial da Embraer, estrategicamente alinhada com as operaes de desenvolvimento comercial, produo, marketing e servios de suporte da Boeing. Nos termos do acordo, a Boeing deter 80% da propriedade da joint venture e a Embraer, os 20% restantes.

    Alm disso, as empresas tambm iro criar outra joint venture para promoo e desenvolvimento de novos mercados e aplicaes para produtos e servios de defesa, em especial o avio multimisso KC-390, a partir de oportunidades identificadas em conjunto.

    A Boeing e a Embraer se beneficiaro de uma escala, recursos e presena mais amplos, incluindo uma cadeia global de fornecedores, vendas, marketing e servios, que lhes permitir obter benefcios com eficincias de alto nvel em toda a organizao. Alm disso, a parceria estratgica permitir compartilhar as melhores prticas de fabricao e desenvolvimento de aeronaves.

    https://oglobo.globo.com/economia/em...presa-22853509

    A Embraer, que a joia da coroa da indstria brasileira, continuar com o capital aberto e vai permanecer com as unidades de defesa e aviao executiva. O formato foi fundamental para convencer o governo brasileiro a dar aval prvio para a operao.

    Segundo fontes, foram trs as premissas estabelecidas pelo governo: preservao da soberania nacional (a unidade de defesa no poderia ser alvo de acordo com a Boeing), sustentabilidade financeira da Embraer (da a importncia de se definir o volume de recursos que ser reinvestido na empresa) e capacidade e transferncia de tecnologia para a Embraer.

    A nova joint-venture ser uma subsidiria integral da Boeing, que vai controlar sua gesto. O comando da empresa vai se reportar diretamente fabricante americana. Mas a sede, a diretoria e a linha de montagem dos avies permanecero no Brasil.

    Alm de negcios em aviao comercial, as duas empresas vo criar uma outra joint-venture para promover e desenvolver novos mercados para produtos e servios na rea de Defesa, especialmente a aeronave KC-390. Essa joint-venture ficar sob o guarda-chuva da Embraer. Os percentuais de cada scia no foram defiinidos ainda. A criao dessa joint-venture foi o caminho econtrado para atender as preocupaes do governo brasileiro de manter a soberania nacional e os anseios da Embraer para ampliar o mercado para o KC-390.

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